
Muito se fala em sustentabilidade, em boa parte dos discursos implementados na sociedade, em função de uma maior conscientização dos agentes sociais em relação à preservação do planeta.  Nos paÃses mais desenvolvidos as  questões ambientais têm ocupado, gradativamente, cada vez mais espaço nos debates envolvendo o desenvolvimento. E nesse particular a construção civil  vem se constituindo a bola da vez, em razão da quantidade de resÃduos que produz, e dos materiais empregados.
Fonte: Tribuna da Bahia

Caixa amplia regra para quem ganha mais de R$5.400
A partir do mês que vem, os trabalhadores com conta no FGTS e que ganham por mês mais de R$5.400 já terão acesso a uma nova linha de crédito para compra de material de construção. O financiamento será feito com recursos do Fundo – o que não quer dizer que seja possÃvel sacar o FGTS para realizar reformas.
O empréstimo, de até R$20 mil, estará disponÃvel apenas para quem tem imóveis de até R$500 mil e conta vinculada ao FGTS. Os juros serão de no máximo 12% ao ano, um dos menores do mercado. E alguns especialistas acham que esse valor pode até cair, já que o governo paga aos cotistas do fundo 3% ao ano mais TR.
Com a medida, o governo se mostra atento à questão da sustentabilidade: os recursos poderão ser usados na instalação de Hidrômetros de Medição Individual e de Sistema de aquecimento Solar (SAS). Outra finalidade da nova linha: implantação de itens que visem à acessibilidade.
Fonte: O Globo – 15/01/2012

O verão começa oficialmente no próximo dia 22 e o aumento do calor pode significar uma conta de luz mais salgada para a população. Em média, o consumo de energia cresce 18% em dezembro, quando comparado com julho. O aumento de um grau centÃgrado na temperatura corresponde a um crescimento de 3% no consumo. Isso significa um incremento no consumo de energia, em um mês, de uma cidade como Salvador.
Os maiores vilões do consumo continuam sendo os aparelhos de ar-condicionado, chuveiros elétricos, ferros de passar e fornos elétricos. As iluminações usadas na decoração natalina têm pouco impacto na conta dos consumidores residenciais, porque geralmente as lâmpadas têm baixa potência. As de LED ainda são mais econômicas. No entanto, esse impacto aumenta se a decoração tiver mais lâmpadas e ficar acesa por muitas horas.
Geralmente, o aumento do consumo de energia pelos clientes residenciais é da ordem de 18% em dezembro. Com o aumento do calor, alguns equipamentos como as geladeiras precisam de mais energia para aumentar o seu desempenho. A geladeira pode ser uma vilã do consumo de energia. Se este eletrodoméstico estiver em mau estado de conservação, pode representar até 30% da conta de luz de uma residência. Além de ficar em local ventilado, ela deve estar longe de qualquer fonte de calor e com um espaço mÃnimo de 15 centÃmetros de paredes e armários.

Revolution Door captura a energia cinética de quem passa por ela para fornecer eletricidade gratuita ao local de instalação
A Revolution Door é uma porta giratória conceito, criada pelas designers nova-iorquinas, Jennifer Broutine Carmen Trudell, do Fluxxlab. A porta aproveita a energia cinética a partir do movimento giratório para produzir eletricidade. A ideia por trás de tudo isso é que os seres humanos exercem um pouco de sua própria energia ao empurrar uma porta giratória, e esta energia pode muito bem ser capturada por engrenagens e um gerador de eletricidade.
O equipamento é uma porta giratória modificada composta por três partes – um núcleo central redesenhado, um sistema mecânico/elétrico, que aproveita a energia humana e redistribui a eletricidade para uma saÃda, e um dispositivo que mapeia a energia aproveitada. A tecnologia pode ser usada em portas novas ou adaptada a portas giratórias existentes.
A Revolution Door irá comunicar diretamente a contribuição de uma única pessoa para um ciclo de energia possÃvel, fará a coleta mecanicamente e converterá a energia para ser usada em um gerador. As portas giratórias são comuns em diversos edifÃcios de escritórios e estão em uso a qualquer momento do dia. Capturar a energia cinética para fornecer eletricidade gratuita ao local de instalação é uma maneira de oferecer a elas mais uma utilidade.
As designers estiveram presente na conferência Greener Gadgets, no centro de arte e tecnologia Eyebeam, em New York. O Fluxxlab recebeu financiamento da Eyebeam e apoio do fundo de sustentabilidade da Universidade de Nova York. Jennifer e Carmen se formaram Mestre de Ciência pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, dentro do programa Advanced Design Architectural.
Fonte:Â Exame/Abril