Muito se fala em sustentabilidade, em boa parte dos discursos implementados na sociedade, em função de uma maior conscientização dos agentes sociais em relação à preservação do planeta.  Nos países mais desenvolvidos as  questões ambientais têm ocupado, gradativamente, cada vez mais espaço nos debates envolvendo o desenvolvimento. E nesse particular a construção civil  vem se constituindo a bola da vez, em razão da quantidade de resíduos que produz, e dos materiais empregados.

Aqui no Brasil essas discussões ainda são incipientes e a resistência maior está no aumento de custo que teoricamente as construções sustentáveis provocariam, em função do emprego de tecnologias limpas e insumos voltados para a sustentabilidade do empreendimento. No entanto, precisamos entender que os avanços tecnológicos e a superação de paradigmas, além de criar novos modos de relacionamento com as cidades, concorrem para a redução de custo ao longo do tempo, do contrário não haveria os avanços que experimentamos.
Algumas ações, como o uso de tintas sem solvente e materiais menos agressivos de forma geral, qualidade do ar e do espaço interno e redução de desperdícios com água e energia, o uso mais consciente do ar condicionado, a inibição do uso desnecessário e simultâneo dos elevadores e a utilização de energia solar, podem fazer uma grande diferença nas edificações.
Pesquisas realizadas recentemente mostram um aumento de cerca de 5% nos gastos no processo de construção caso sejam feitos investimentos em sustentabilidade. No entanto, a pesquisa também aponta que a médio e longo prazos obtêm-se uma economia de 30%  nos gastos com água e energia, o que compensa os sobre custos iniciais.
No Brasil, a iniciativa mais importante e recente sobre o assunto foi a criação do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável – CBCS (www.cbcs.org.br), que surgiu da necessidade de integrar boas práticas de sustentabilidade e criar uma maneira estruturada de interagir com outros setores, além de promover o desenvolvimento sustentável por meio da geração e disseminação de conhecimento e da mobilização da cadeia produtiva da construção e seus consumidores. Para tanto, pretende-se desenvolver metodologias adequadas à realidade brasileira para avaliação da sustentabilidade de serviços e empreendimentos e promover a elaboração de publicações e referências técnicas direcionadas às empresas e profissionais do setor.
A criação de tal Conselho mostra o caminho para o setor no Brasil, mas é necessário salientar que em um país como o nosso, no qual 77% das construções são autogeridas, ou seja, acontecem sem a participação de construtoras ou agentes públicos, é necessário que as mudanças e transformações sejam devidamente regulamentadas, para que realmente atinjam o maior número de empreendimentos possível.
No mundo já estão de pé algumas certificações voltadas para construções sustentáveis, como a americana LEED(Leadership in Energy and Environment Design), mais famosa, e a francesa HQE (Haute Qualité Environment). Há, ainda, a certificação AQUA (Alta Qualidade Ambiental), baseada na HQE, e que vem a ser o primeiro referencial técnico para construções sustentáveis adaptado à nossa realidade. De modo geral, essas certificações se fundamentam no princípio de eficiência energética, uso racional de água, coleta seletiva, qualidade ambiental interna da edificação etc.

Fonte: Tribuna da Bahia

Caixa amplia regra para quem ganha mais de R$5.400

A partir do mês que vem, os trabalhadores com conta no FGTS e que ganham por mês mais de R$5.400 já terão acesso a uma nova linha de crédito para compra de material de construção. O financiamento será feito com recursos do Fundo – o que não quer dizer que seja possível sacar o FGTS para realizar reformas.

O empréstimo, de até R$20 mil, estará disponível apenas para quem tem imóveis de até R$500 mil e conta vinculada ao FGTS. Os juros serão de no máximo 12% ao ano, um dos menores do mercado. E alguns especialistas acham que esse valor pode até cair, já que o governo paga aos cotistas do fundo 3% ao ano mais TR.

Com a medida, o governo se mostra atento à questão da sustentabilidade: os recursos poderão ser usados na instalação de Hidrômetros de Medição Individual e de Sistema de aquecimento Solar (SAS). Outra finalidade da nova linha: implantação de itens que visem à acessibilidade.

Fonte: O Globo – 15/01/2012

O verão começa oficialmente no próximo dia 22 e o aumento do calor pode significar uma conta de luz mais salgada para a população. Em média, o consumo de energia cresce 18% em dezembro, quando comparado com julho. O aumento de um grau centígrado na temperatura corresponde a um crescimento de 3% no consumo. Isso significa um incremento no consumo de energia, em um mês, de uma cidade como Salvador.

Os maiores vilões do consumo continuam sendo os aparelhos de ar-condicionado, chuveiros elétricos, ferros de passar e fornos elétricos. As iluminações usadas na decoração natalina têm pouco impacto na conta dos consumidores residenciais, porque geralmente as lâmpadas têm baixa potência. As de LED ainda são mais econômicas. No entanto, esse impacto aumenta se a decoração tiver mais lâmpadas e ficar acesa por muitas horas.

Geralmente, o aumento do consumo de energia pelos clientes residenciais é da ordem de 18% em dezembro. Com o aumento do calor, alguns equipamentos como as geladeiras precisam de mais energia para aumentar o seu desempenho. A geladeira pode ser uma vilã do consumo de energia. Se este eletrodoméstico estiver em mau estado de conservação, pode representar até 30% da conta de luz de uma residência. Além de ficar em local ventilado, ela deve estar longe de qualquer fonte de calor e com um espaço mínimo de 15 centímetros de paredes e armários.

Revolution Door captura a energia cinética de quem passa por ela para fornecer eletricidade gratuita ao local de instalação


A Revolution Door é uma porta giratória conceito, criada pelas designers nova-iorquinas, Jennifer Broutine Carmen Trudell, do Fluxxlab. A porta aproveita a energia cinética a partir do movimento giratório para produzir eletricidade. A ideia por trás de tudo isso é que os seres humanos exercem um pouco de sua própria energia ao empurrar uma porta giratória, e esta energia pode muito bem ser capturada por engrenagens e um gerador de eletricidade.

O equipamento é uma porta giratória modificada composta por três partes – um núcleo central redesenhado, um sistema mecânico/elétrico, que aproveita a energia humana e redistribui a eletricidade para uma saída, e um dispositivo que mapeia a energia aproveitada. A tecnologia pode ser usada em portas novas ou adaptada a portas giratórias existentes.

A Revolution Door irá comunicar diretamente a contribuição de uma única pessoa para um ciclo de energia possível, fará a coleta mecanicamente e converterá a energia para ser usada em um gerador. As portas giratórias são comuns em diversos edifícios de escritórios e estão em uso a qualquer momento do dia. Capturar a energia cinética para fornecer eletricidade gratuita ao local de instalação é uma maneira de oferecer a elas mais uma utilidade.

As designers estiveram presente na conferência Greener Gadgets, no centro de arte e tecnologia Eyebeam, em New York. O Fluxxlab recebeu financiamento da Eyebeam e apoio do fundo de sustentabilidade da Universidade de Nova York. Jennifer e Carmen se formaram Mestre de Ciência pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, dentro do programa Advanced Design Architectural.
Fonte: Exame/Abril

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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