Na Conferência Internacional das Cidades Inovadoras realizada em Curitiba de 17 a 20 de maio deste ano, com a presença de renomados urbanistas e planejadores internacionais, chegou-se à conclusão que as cidades precisam ser inovadoras para atrair investimentos.

Cidades que investem em tecnologia, infraestrutura, bons transportes e que estimulam a cultura, a educação, a consciência ecológica, são cidades que atraem as novas indústrias focadas na inovação e na sustentabilidade.

Um bom exemplo são as cidades que implantam redes digitais. No entanto, a pesquisadora Laura valente de Machado, diretora do Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade, organização com sede no Canadá, uma das palestrantes da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, disse que é preciso que o governo dê suporte à inovação.

Nesse quesito, o egípcio Sameh Wahba, diretor do Departamento de Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe, disse que o banco está abrindo linhas de financiamento para projetos voltados às áreas urbanas. São cerca de 1,4 bilhão de dólares, que estão disponíveis para receber projetos que se enquadrem na disposição de assumir novos desafios.
Sameh Wahba chamou a atenção para o fato de que existem muitos instrumentos que traduzem essa estratégia que podem apoiar as cidades para inovar os programas de desenvolvimento independente das prioridades deles.
Agnaldo Castanharo, gerente de inovação do Sebrae do Paraná argumentou que para “uma empresa que tem como objetivo manter-se inovando, manter-se competindo no mercado, ela vai buscar os estados que criam esses ambientes.

Então, onde é que estão os estados que promovem e possibilidade da relação universidade e empresa? Quais são os estados que estão trabalhando a questão dos financiamentos locais? De uma certa forma as empresas acabam indo para esses estados”.

O ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná, Rodrigo da Rocha Loures, ressaltou a importância de cada município buscar soluções para seu crescimento. “O progresso passa a ser a soma das prosperidades locais, mais do que a ilusão de que o governo central vai proporcionar meios e caminhos para a resolução dos problemas”. Ele conclamou os interessados no tema a participar da revitalização de suas cidades e a organizar suas redes sociais. “Temos de ser agentes propagadores e atuar pensando numa nova dimensão, que leve a sociedade a uma mudança cultural.

A humanidade como um todo precisa ser inovadora”, argumentou. Dentro do movimento cidades inovadoras há duas iniciativas que estão em curso, uma é o projeto Curitiba 2030, com estudo concluído, o outro estudo é o de Londrina, cidade do interior do Paraná, cujos estudos também já estão prontos e vão na mesma direção, inovação e atração de investimentos.

Quando olhamos para Salvador, vemos o quanto estamos distante do mundo globalizado, afinal a cidade vive basicamente da construção civil e do comércio, que é alimentado pela renda gerada pela indústria imobiliária. O turismo praticamente desapareceu, a mobilidade urbana é um sonho e a revitalização do Comércio fica adiada, mesmo porque o Hotel Hilton dificilmente será construído. Uma Salvador digital, nem pensar.

Artigo extraído do jornal Tribuna da Bahia

Vice-presidente de uma das maiores imobiliárias do mundo diz que o custo-benefício dos imóveis em cidades nordestinas está entre os melhores do mundo

O americano Peter Turtzo é vice-presidente da Sotheby’s International Realty, o braço imobiliário da famosa casa de leilões Sotheby’s. Todos os anos, ele dá a volta ao mundo para conversar com corretores e analisar o desempenho dos mais de 500 escritórios da empresa espalhados por 39 países. Em solo brasileiro nesta semana, Turtzo afirmou que os preços dos imóveis estão atrativos no Brasil, principalmente no Nordeste. Ele não acredita que uma bolha esteja em formação no mercado e disse que os valores das propriedades vão subir ainda mais se o desemprego continuar em queda. Confira alguns trechos da entrevista acessando o link: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/imoveis-no-nordeste-estao-baratos-diz-sotheby-s

Com o lançamento da Mansão Wildberger, na Vitória, o mercado imobiliário vive a expectativa de  ver  o preço do metro quadrado em Salvador bater pela primeira vez os R$ 10 mil.  É um novo marco em um mercado limitado. Os empreendimentos de alto padrão e alto luxo representam entre 5% e 10% dos lançamentos.

Existem diferenças entre o alto padrão e o alto luxo. A principal delas está na faixa de preços. No alto padrão, o preço das unidades varia dos R$ 700 mil a R$ 1 milhão. Acima disso, considera-se alto luxo. Mas há outros fatores para explicar a diferenciação. Requinte é uma palavra que explica bem o que o comprador procura. Uma planta bem distribuída, em um endereço tradicional, na imensa maioria das vezes. A Vitória, da Mansão Wildberger, pode ser citada como um dos melhores exemplos. Além dela, o Horto Florestal, o Alto do Itaigara e a Barra, com o Morro  Ipiranga –   a mais nova descoberta do mercado.

Para o diretor regional da Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário, Carlos André Hiltner Almeida, é natural que os mercados de alto padrão e alto luxo se mantenham fortes. “Independente de se tratar de uma parcela pequena da sociedade, precisamos nos lembrar que a ascensão social se dá em todas as classes”, diz. A chegada de pessoas da classe B para a A estaria alimentando o mercado de luxo. “Talvez esteja na hora de rever a divisão de classes no País, porque nós já vemos no dia a dia que existe A, existe AA e existe o padrão de consumo AAA”, comenta.

Detalhes importantes - A escolha do economista Luiz Souto, 43 anos, mostra como os detalhes fazem toda a diferença nas operações com imóveis de alto padrão. Casado recentemente, ele tem um filho, e a esposa tem uma filha. “Nós estávamos buscando um local com quatro quatros, de preferência quatro suítes, e uma boa área de lazer para as crianças”, lembra. Tinha que ser entre 170 e 190 metros quadrados. Para completar, a família tem uma relação especial com o bairro do Itaigara. “Vimos muita coisa antes de escolher”, lembra. Em alguns, o espaço não era o desejado, em outros o imóvel estava em outro bairro. “Só fechamos quando encontramos exatamente o que a gente procurava”, garante.

Consumidores buscam segurança e sofisticação – “Às vezes demora um pouco para vender o alto luxo”, explica o diretor da Brito&Amoedo, Guto Amoedo, ressaltando entretanto a crença de que sempre haverá espaço para o mercado de luxo por conta da ascensão social. Em Salvador, a população com renda superior aos R$10 mil é composta por 63 mil famílias, correspondendo a 5% da população local em 2008.

O financiamento é um fator que facillita o mercado de luxo, acredita Amoedo. “Se você pega uma taxa de 12% ao ano e retira a inflação, de 6%, fica muito interessante”, diz.

(Matéria: Jornal A Tarde, 30.01.11)

A retirada das barracas de praia oferece a oportunidade de Salvador se reinventar de maneira mais consciente, estruturada e racional, trazendo benefícios para todos, inclusive turistas e, sobretudo, para os soteropolitanos. É fato que a cidade dispõe de uma organização turística que não supre as necessidades de quem mora ou visita a cidade.

Salvador é muito mais do que suas barracas de praia. As belezas naturais e a diversidade cultural são responsáveis por fazer da cidade um dos 31 lugares do mundo que merecem ser visitados em 2010, segundo o prestigiado jornal americano The New York Times. O Centro Histórico da capital, reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade, preserva até os dias de hoje sobrados, solares, palacetes, igrejas e conventos construídos no período colonial. Da Praça Municipal, passando pelo Elevador Lacerda, Terreiro de Jesus, Praça Castro Alves, Mercado Modelo, Pelourinho, até chegar ao Largo de São Francisco, o turista entra em contato com a história não só da Bahia, mas do Brasil.

As histórias de Jorge Amado, um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos, podem ser conferidas na Casa de Jorge Amado, no Pelourinho. No Museu Carlos Costa Pinto, casarão em estilo colonial americano de uma das famílias mais tradicionais da história baiana, é possível conhecer um acervo de cerca de 3.000 obras de artes decorativas dos séculos XVII ao XX. E ainda, de frente para a Baía de Todos os Santos, na Avenida Contorno, o visitante pode apreciar o Museu de Arte Moderna (MAM), situado no Solar D’Unhão, sítio histórico construído no século XVII.

Sem esquecer os templos católicos, verdadeiras obras de arte da nossa cultura. Por exemplo, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco é o único exemplar no país com fachada em pedra lavrada, que tem origem no barroco espanhol. Outros dois preciosos modelos são a Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, erguida pelos negros escravos, que a usavam também como cemitério, e na Sagrada Colina, a Igreja do Nosso Senhor do Bonfim, famoso cartão postal da cidade, que reverencia o protetor dos baianos.

Mas a Bahia não se resume à sua capital. O Estado oferece um leque de atrações diversificado, desde o turismo cultural, até o de aventura. Cada vez mais a região sul – as cidades de Porto Seguro, Arraial D’Ajuda e Trancoso – despertam a atenção dos visitantes, que contam ainda com as belezas da Costa dos Coqueiros e o Baixo Sul com Camamu, Itacaré e Maraú.

Ao lado das belezas naturais – das praias paradisíacas, aos canyons do rio São Francisco e Chapada Diamantina – o que faz da Bahia um Estado mágico é sua cultura, sua gente e seu modo de viver e encarar a vida.  Assim, a festa da Boa Morte em Cachoeira, a Feira de São Joaquim, as cidades históricas do recôncavo, o artesanato, o Carnaval e o São João são responsáveis por atrair pessoas de todo o Brasil não só na alta temporada, embora seja neste período o maior fluxo de visitantes.

Todos os atrativos, naturais e culturais, não garantem por si só o sucesso do turismo no Estado. É preciso maiores investimentos em infraestrutura e diversificar ainda mais os roteiros.  Neste contexto, vale atentar para outros problemas como a mobilidade urbana na capital e a melhoria da infraestrutura de portos e aeroportos, decisivos para aumentar também a competitividade do setor agroindustrial baiano.

Sabemos que a Bahia é rica culturalmente e tem tudo para despontar entre as regiões que mais lucram com o turismo histórico no mundo. Investir nesta importante indústria é investir na geração de emprego e renda para a população baiana e na melhoria da qualidade de vida.

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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