Até o dia 20 de janeiro, ingresso da moeda americana no País superou a saída em US$ 6,65 bilhões

O fluxo de dólares para o País, que ganhou força na semana passada, alimentou a expectativa no mercado financeiro de que o governo voltará a adotar novas medidas cambiais contra a valorização do real. Até o dia 20, a entrada de moeda americana superou a saída em US$ 6,65 bilhões.

Como a tendência é de continuidade desse movimento nas próximas semanas, analistas esperam para breve que o BC volte a intervir no mercado cambial, comprando dólares e evitando, assim, variações bruscas da cotação da moeda ante o real.

O ingresso de dólares pelo chamado segmento financeiro deu um salto de US$ 5,12 bilhões, na semana passada, passando de um saldo negativo de US$ 41 milhões para uma entrada líquida positiva de US$ 5,03 bilhões. É por esse segmento que entram no País as divisas para aplicações de estrangeiros em ações, títulos de renda fixa e Investimentos Estrangeiros Direto (IED), destinadas ao setor produtivo. Já o fluxo comercial, que registra a entrada de dólares para operações de importação e exportação, fechou positivo em US$ 1,57 bilhão no período.

Os dados sobre o fluxo de dólares revelaram com mais precisão as razões da preocupação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, manifestada desde a semana passada, com os rumos da taxa de câmbio. Diante da retomada dessa entrada mais forte de dinheiro, que derrubou a cotação da moeda, o ministro voltou a falar em novas medidas cambiais.

Fonte: O Estado de S. Paulo – 25/01/2012

A 7ª Convenção Brasil Brokers Brito&Amoedo e Brasil Brokers, aconteceu dia 10/01 no Hotel Fiesta com nossa equipe de vendas com 700 corretores, sorteio de prêmios e  novo guia de imóveis. Planejamento de vendas para 2012 com muitos lançamentos.

SP saltou de 26º lugar para a 4ª posição nas prioridades dos investidores estrangeiros

O boom de construção no Brasil passa a ser a principal novidade no mercado imobiliário mundial e o País se transformará em 2012 no segundo lugar mais atraente para investidores estrangeiros, superando a China e toda a Europa. Uma pesquisa publicada ontem pela Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, sigla em inglês), apontou ainda São Paulo como a quarta cidade mais atraente para aplicações em imóveis entre as grandes metrópoles internacionais no ano.

A pesquisa mostra que, apesar da crise, o mercado americano ainda é o que oferece as opções de investimentos em imóveis comerciais mais estáveis e seguras do mundo. Segundo a entidade, a crise já começa a dar sinais de estar sendo superada nos Estados Unidos, pelo menos no setor imobiliário. Preços de aluguéis, pela primeira vez desde 2008, começam a subir.

Se a liderança é dos Estados Unidos, a pesquisa mostra que o boom brasileiro no setor da construção fez do País passou a atrair um interesse global. O grande destaque é a cidade de São Paulo. No ranking elaborado no ano passado, a capital paulista era a 26ª na lista de prioridades de investidores estrangeiros.

Na classificação de ontem, subiu para a quarta posição. O local preferido de investidores em 2012 será Nova York, seguido por Londres e Washington. São Paulo superou a cidade de Frankfurt e todas as capitais de países da zona do euro e das economias dos Brics.

O crescimento da economia, eventos esportivos e as garantias legais são os fatores que transformam o País e a cidade em uma das prioridades de investidores.

“O Brasil passou a ser considerado como um lugar muito mais seguro para investir e um local onde se consegue uma boa apreciação de capital”, afirmou o CEO da entidade, James Fetgarter.

Para realizar a pesquisa, a associação consultou investidores com um portfólio total de US$874 bilhões pelo mundo.

42% dos entrevistados apontaram que planejam investimentos nos Estados Unidos em 2012 como o lugar que oferece as melhores oportunidades. Em 2011, porém, 64% dos entrevistados havia escolhido o mercado americano.

Segundo a pesquisa, o Brasil “roubou” investimentos dos Estados Unidos. Hoje, 18,6% dos entrevistados indicam que o País oferece as melhores oportunidades de retorno de investimentos no setor imobiliário. Em 2011, apenas 4,4% dos entrevistados escolheram o Brasil para investir.

Com o resultado, o Brasil superou a China na lista das preferências dos investidores imobiliários. Entre os emergentes, a classificação é seguida pela Turquia, enquanto Vietnã e Índia sofreram quedas.

Na Europa, a crise envolvendo o euro e a possibilidade de recessão em 2012 praticamente tirou o continente da lista dos locais preferidos por investidores. Nem mesmo a Alemanha resistiu e desabou no ranking organizado pela entidade.

A pesquisa destaca que os Estados Unidos ainda são muito almejados e foram o segundo país, depois da Grã-Bretanha, a atrair mais investimentos estrangeiros em 2011, segundo dados da Real Capital Analytics.

“O ponto baixo é que o país não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos”, disse Fergatter.

Fonte: O Estado de São Paulo – 02/01/2012

Os dados contidos na publicação “Aglomerados Subnormais – Primeiros Resultados”, divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base em informações do Censo Demográfico 2010, refletem, em abrangência nacional, a realidade complexa desses assentamentos, com no mínimo 51 unidades habitacionais, carentes, em sua maioria de serviços públicos essenciais e adensados, em geral, de forma desordenada.

Verifica-se que nas duas últimas décadas a proporção de brasileiros vivendo nos chamados assentamentos irregulares, como favelas, invasões, baixadas e palafitas, praticamente dobrou, alcançando no ano passado 11,4 milhões de pessoas, distribuídas em 323 municípios e representando 6% da população brasileira. Em 1991, elas somavam 4,4 milhões, ou 3,1% do total, enquanto em 2000 a proporção era de 3,9%, correspondente a 6,5 milhões de pessoas.

Segundo o IBGE, em 2010, as habitações situadas em favelas estavam concentradas na Região Sudeste (49,8%), com destaque para os estados de São Paulo, que abrigava 23,3% dos domicílios do país, e do Rio, com 19,1%. A ocorrência era bem menor nas regiões Centro Oeste (1,8%) e Sul (5,3%).

O estudo constatou ainda que, por serem polo de concentração de emprego e de melhor infraestrutura, as áreas no entorno de metrópoles são aquelas em que esse tipo de habitação proliferam com mais intensidade, a ponto de 88,2% dos domicílios em aglomerados subnormais estarem Regiões Metropolitanas com mais de 1 milhão de habitantes. O estado de São Paulo tinha, ano passado, a maior população vivendo nas referidas áreas (2,7 milhões de pessoas), seguido pelo Rio de Janeiro (2 milhões) e Pará (1,2 milhão). Já a cidade do Rio tem a maior população vivendo em aglomerados: 1,39 milhão, seguida da capital paulista, com 1,28 milhão. Considerando as dez favelas mais populosas do país, o Rio se coloca em destaque, já que a Rocinha, com 69 mil habitantes, lidera o ranking, seguida por Sol Nascente (56,4 mil), no Distrito Federal, Rio das Pedras (54,7 mil), também no Rio, Corcoadinho (53,9 mil), no Maranhão, e Baixadas da Estrada Nova Juruna (53 mil), no Pará.

O IBGE destaca na publicação que os investimentos em habitação e saneamento “não foram suficientes para atender à forte e crescente demanda” de pessoas que sucessivamente se deslocaram para as cidades, em busca de oportunidades de trabalho. Registra-se, por outro lado, que além da comparação entre favelas e áreas regulares urbanas, também foi levantada a proporção de domicílios adequados e inadequados nas cidades que não têm os aglomerados subnormais. Veja-se, aliás, que a proporção de domicílios inadequados das favelas, de 32,7%, é menor do que os 34,4% das cidades sem favelas, observando, a propósito, Elisa Caillaux, da Diretoria de Pesquisa do IBGE. “Em geral, as condições das pessoas em aglomerados subnormais são piores, o que não significa que as outras áreas urbanas não tenham condições deficientes de moradias”.

A radiografia que o estudo apresenta afigura-se útil, por certo, ao melhor conhecimento e avaliação dos desníveis nele retratados, seja em termos de padrões mínimos de ordenamento e integração urbanística que a realidade aconselha devam ser buscados, seja em relação à uma estratégia voltada à elevação dos índices de desenvolvimento humano, em consonância com uma proposta de inserção social através da educação e do trabalho.

Fonte: Jornal do Commercio – RJ em 22/12/2011

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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