Nos dias de hoje, imóveis e ecologia estão caminhando lado a lado. O engenheiro eletrônico, Celso Onishi, construiu uma casa usando técnicas de física e biologia, com o intuito de promover o bem-estar do morador e preservar o meio ambiente.

Para fazer a base da casa foram utilizados tijolos com 10% de cimento e 90% de terra. Já para o telhado, ele utilizou embalagens de leite longa vida e a laje é feita de isopor. Placas solares foram usadas para aquecer a água e facilitar na iluminação da casa, e um sistema de reaproveitamento da água da chuva foi implantado para usar nos jardins e descargas

18 de outubro 2011

Para os indecisos de plantão: arquitetos e designers ingleses acabam de inventar o imóvel “móvel”. Construído sobre trilhos circulares, o projeto permite que a casa seja disposta segundo as necessidades do morador. A D*Haus, como foi batizada, pode ser dobrada durante o inverno, ou desdobrada no verão, tornando a incidência da luz solar mais eficiente. O projeto deve ser caro, mas é no mínimo interessante. Imagina se a moda pega aqui? (Fonte: Exame.com, 14/10/2011)

A arquiteta ítalo-brasileira Achillina Bo, mais conhecida como Lina Bo Bardi, nasceu em Roma, em 1914. Depois de formada em arquitetura, na Universidade de Roma, mudou-se para Milão, onde trabalhou com um renomado arquiteto. Teve escritório próprio, atuou como ilustradora e colaboradora de algumas revistas, entrou para o Partido Comunista – até que casou e mudou-se para o Brasil.

Conheceu personalidades da arquitetura brasileira, e acabou sendo convidada para projetar o prédio que abrigaria o MASP. Em 1951, naturalizou-se brasileira, oficializando a paixão pelo país. “Quando a gente nasce, não escolhe nada, nasce por acaso. Eu não nasci aqui, escolhi esse lugar para viver. Por isso, o Brasil é meu país duas vezes, é minha ‘Pátria de Escolha’, e eu me sinto cidadã de todas as cidades”, dizia. A Casa de Vidro, local que projetou e morou até sua morte, foi erguida em um terreno de 7000m², quando ainda não existiam outras casas no Bairro Morumbi. Além de seu trabalho como arquiteta, Lina se destacou como designer de móveis, objetos e jóias, artista plástica, cenógrafa e curadora.

Fonte: Obravipblogs

www.obravipblogs.com.br

Inovações garantem reciclagem de materiais, reutilização de água e eficiência energética

A construção de edifícios e casas dentro do conceito da sustentabilidade não é mais puro marketing. Várias construtoras investem no desenvolvimento de projetos que incorporam melhorias em eficiência energética. Políticas públicas incentivam a adoção de padrões inovadores para utilização de resíduos sólidos e evitar o desperdício de água. Diversas edificações no país foram classificadas a partir de critérios de sustentabilidade ambiental. A própria indústria de construção criou modelos para a produção de cimento e outros materiais de forma sustentável.

“No setor da construção civil, a conscientização do consumidor é mais fácil, porque essa é uma indústria que vai gerar mais economia para seus clientes. Por isso, a indústria não quer ficar fora do mercado da construção sustentável. O mundo corporativo quer entrar nesse jogo”, diz Marcelo Takaoka, presidente do conselho deliberativo do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável.

Uma opção deste conceito sustentável é o uso das descargas inteligentes. Casas de shows e shoppings de todo o país já começaram a investir em descargas inteligentes. Trata-se de um acabamento diferente para a válvula da descarga que pode gerar uma economia de até 30% – quando comparado ao uso de água nas descargas convencionais.

O aparelho é composto por duas teclas. Cada uma delas despeja um diferente volume de água na bacia sanitária, adequando-se à necessidade de uso para líquidos ou para sólidos. O desenho de uma gota identifica a tecla do acionamento parcial (para líquidos); três gotas, do acionamento total (para sólidos).

Para economizar água, se você não pode implantar uma nova descarga em sua residência, basta seguir uma regra simples: não use o vaso sanitário como lixeira ou cinzeiro e nunca acione a descarga à toa. Uma descarga simples, com tempo de acionamento de 6 segundos, gasta de 10 a 14 litros.

Informações: http://mercadoimob.wordpress.com

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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