O Salão de Negócios Imobiliários da Bahia destaca-se no calendário de eventos da cidade há seis anos, com enorme sucesso. Caracteriza-se como estímulo para a indústria da construção no estado, além de ser uma grande vitrine para os clientes e as próprias empresas. O objetivo imediato é vender durante o evento, não sendo, no entanto, o único e posso dizer que, talvez, não seja o principal. A Bahia é um mercado representativo do setor imobiliário e o Salão é a grande oportunidade das incorporadoras e construtoras para mostrar seus produtos a um número maior de pessoas. Mais importante, para conquistá-las. Os bons números divulgados: 352 unidades vendidas gerando mais de R$123 milhões, 1.381 cartas de crédito disponibilizadas e R$320 milhões em negócios gerados, são ainda melhores, pois não são contabilizadas as vendas que serão concretizadas nos próximos meses e que, sem dúvida, começaram durante o Salão.

Estiveram reunidas, em cinco dias, além das maiores empresas do estado, as médias e pequenas, que participaram pelos mesmos motivos: fazer-se conhecer, reforçar suas marcas, conquistar e fidelizar clientes e vender imóveis. A competição é a grande oportunidade para os participantes superarem suas metas, sair da zona de conforto, testar novos produtos, conhecer melhor seus públicos-alvo, seus concorrentes e neste quesito o Salão Imobiliário da Bahia é o local ideal para isto. O mercado imobiliário tem suas próprias regras, depende de fatores macro econômicos, dos preços do cimento, da mobilidade urbana em cada cidade, da melhoria dos salários, da preferência por determinado bairro ou tipo de apartamento. O cenário deste ano é diferente de 2010, um dos melhores da história do Brasil, pois existe uma maior atenção aos rumos da economia e os clientes estão vigilantes. As tradicionais potências econômicas passam por turbulências e a insegurança financeira internacional aliada ao bom momento econômico do Brasil ratifica a compra do imóvel como porto seguro para investimentos.

O Salão de Negócios Imobiliários da Bahia é a grande chance de se destacar no mercado. Ele é formatado para atingir os objetivos das empresas e dos visitantes – 22.752 nesta 6ª edição – por isso a busca pelo aprimoramento do seu projeto arquitetônico, da campanha midiática, das parcerias com as instituições financeiras e da oferta de serviços agregados, como o Espaço Cores e Formas, que apresentou seis ambientes decorados por alguns dos melhores  profissionais de arquitetura da Bahia como: Claudia Biglia, Cristiane Pepe, Margarete Iglesias, Marlon Gama, Mônica Sarti e Rogério Menezes. Outros destaques foram a pesquisa Minha Casa, Minha Cara, realizada antes do início do Salão 2011, com o objetivo de saber o que o consumidor deseja e qual o tipo de imóvel mais procurado, e outra realizada durante o evento para traçar o perfil dos compradores reunindo informações que são essenciais para oferecer imóveis mais adequados às necessidades dos clientes.

Conversando com alguns visitantes do Salão é fácil constatar que o mais importante para o setor imobiliário, a confiança, permanece. As pessoas querem viver melhor, ter sua própria residência, formar família e a credibilidade do mercado baiano está em alta. Não existe fórmula mágica: atenção, respeito aos clientes, qualidade e produtos diferenciados são a chave do sucesso das empresas que atuam na Bahia e o Salão de Negócios Imobiliários tem o prazer de participar e promover o sucesso de cada uma delas.

Artigo publicado na Revista Metro Quadrado, Edição 05

Em 2010, a Bahia contabilizou o lançamento de 14.619 unidades imobiliárias. As vendas, por sua vez, chegaram à marca dos 12.879. Os dados são da Pesquisa Imobiliária da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia – ADEMI-BA. De acordo com o Presidente da entidade, Nilson Sarti, em matéria da Revista Metro Quadrado, a tendência é de expansão para o setor. “Em 2011, esperamos um crescimento de mais de 30% para o mercado imobiliário baiano em relação a 2010. A expectativa é vender mais de 16 mil unidades”, afirma.

No dado período analisado percebeu-se uma procura maior nos bairros Pituba, Iguatemi Caminho das Árvores, Pituba Ville, Aquarius, Costa Azul, Stiep, Itaigara, Armação, Alto do Parque, Jardim de Alah representando 24,45% dos imóveis comercializados. Em seguida, com 23,67%, estão Alphaville, Boca do Rio, Nova Boca do Rio, Imbuí, Jaguaribe, Paralela, Patamares e Pituaçu. A maioria dos baianos optou por imóveis de dois quartos. Foram 46,75% do total de unidades compradas. Em seguida aparecem os imóveis de três quartos, com 22,83% do total. Em terceiro lugar estão os empreendimentos de quatro quartos: 6.18%.

Quando o assunto é valor, o quadro não mudou muito nestes últimos dois anos: a maioria dos baianos (38.8%) continua gastando entre de R$ 150 mil e R$250 mil na hora de comprar um imóvel. Em 2009, os que investiram entre R$ 50 mil e R$ 100 foram 24% dos consumidores, 5% a mais do que em 2008.

Com informações da Revista Metro Quadrado: http://www.revistam2.com.br/pesquisa-da-ademi-ba-mostra-desempenho-do-setor-em-2010

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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