Nunca foi tão fácil ter acesso a uma linha de crédito para o financiamento da casa própria no Brasil. Alíás, nos últimos meses os bancos privados e estatais têm batido recordes em termos de concessão de crédito imobiliário. A causa deste fenômeno é a disposição dos consumidores em aumentar seus níveis de endividamento, diante das perspectivas positivas do mercado de trabalho e do interesse em investir capital em uma atividade segura como a compra do imóvel.

O grande financiador da construção civil no país até agora foi a Caixa Econômica Federal. Só em setembro, a média diária de financiamento de imóveis na Caixa chegou a 5.340 contratos.

Segundo a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip), entre janeiro e setembro de 2010 o volume de crédito para a aquisição do imóvel com recursos da poupança cresceu 70% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando R$39,4 bilhões.

Os móveis à base de fibras naturais deixaram de ser artigo de ambientes mais rústicos como a casa de praia ou o sítio onde passar o feriado, para invadir os lares das grandes cidades e até mesmo ambientes de trabalho.

A preocupação com as ações eco-sustentáveis tem suscitado interesse em alguns dos segmentos da alta decoração dedicada à confecção de móveis para o uso de fibras naturais como matéria-prima.  Extraídas de vegetais, as fibras levam, em média, somente cinco anos para serem restituídas ao meio-ambiente. A correta extração deste material não degrada a fauna e a flora, uma vez que os seus produtores são orientados a trabalhar com práticas ecologicamente corretas, como o reflorestamento. Isso torna este material passível de exploração sustentável.

O líder em intermediação imobiliária na América Latina, o grupo Brasil Brokers, e o HSBC Bank Brasil assinaram um acordo que contempla o financiamento imobiliário voltado para o mercado de imóveis usados. Segundo a parceria, serão disponibilizados  R$ 4,5 bilhões em concessão de crédito, num período de cinco anos, com possibilidade de renovação do negócio.

Fortes representantes do Grupo na Bahia, as agências imobiliárias Brito & Amoedo e Triumphe obtêm 15% do seu faturamento com a venda de usados.  “Com essa parceria, esperamos crescer fortemente nessa faixa de mercado em 2011 e para isso ampliamos nossa estrutura, com pontos de venda na Barra, Pituba, Lauro de Freitas e, proximamente, no Imbuí e em Brotas. Vamos chegar a 10 lojas”, explica um dos sócios-diretores das duas empresas, Guto Amoedo.

A retirada das barracas de praia oferece a oportunidade de Salvador se reinventar de maneira mais consciente, estruturada e racional, trazendo benefícios para todos, inclusive turistas e, sobretudo, para os soteropolitanos. É fato que a cidade dispõe de uma organização turística que não supre as necessidades de quem mora ou visita a cidade.

Salvador é muito mais do que suas barracas de praia. As belezas naturais e a diversidade cultural são responsáveis por fazer da cidade um dos 31 lugares do mundo que merecem ser visitados em 2010, segundo o prestigiado jornal americano The New York Times. O Centro Histórico da capital, reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade, preserva até os dias de hoje sobrados, solares, palacetes, igrejas e conventos construídos no período colonial. Da Praça Municipal, passando pelo Elevador Lacerda, Terreiro de Jesus, Praça Castro Alves, Mercado Modelo, Pelourinho, até chegar ao Largo de São Francisco, o turista entra em contato com a história não só da Bahia, mas do Brasil.

As histórias de Jorge Amado, um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos, podem ser conferidas na Casa de Jorge Amado, no Pelourinho. No Museu Carlos Costa Pinto, casarão em estilo colonial americano de uma das famílias mais tradicionais da história baiana, é possível conhecer um acervo de cerca de 3.000 obras de artes decorativas dos séculos XVII ao XX. E ainda, de frente para a Baía de Todos os Santos, na Avenida Contorno, o visitante pode apreciar o Museu de Arte Moderna (MAM), situado no Solar D’Unhão, sítio histórico construído no século XVII.

Sem esquecer os templos católicos, verdadeiras obras de arte da nossa cultura. Por exemplo, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco é o único exemplar no país com fachada em pedra lavrada, que tem origem no barroco espanhol. Outros dois preciosos modelos são a Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, erguida pelos negros escravos, que a usavam também como cemitério, e na Sagrada Colina, a Igreja do Nosso Senhor do Bonfim, famoso cartão postal da cidade, que reverencia o protetor dos baianos.

Mas a Bahia não se resume à sua capital. O Estado oferece um leque de atrações diversificado, desde o turismo cultural, até o de aventura. Cada vez mais a região sul – as cidades de Porto Seguro, Arraial D’Ajuda e Trancoso – despertam a atenção dos visitantes, que contam ainda com as belezas da Costa dos Coqueiros e o Baixo Sul com Camamu, Itacaré e Maraú.

Ao lado das belezas naturais – das praias paradisíacas, aos canyons do rio São Francisco e Chapada Diamantina – o que faz da Bahia um Estado mágico é sua cultura, sua gente e seu modo de viver e encarar a vida.  Assim, a festa da Boa Morte em Cachoeira, a Feira de São Joaquim, as cidades históricas do recôncavo, o artesanato, o Carnaval e o São João são responsáveis por atrair pessoas de todo o Brasil não só na alta temporada, embora seja neste período o maior fluxo de visitantes.

Todos os atrativos, naturais e culturais, não garantem por si só o sucesso do turismo no Estado. É preciso maiores investimentos em infraestrutura e diversificar ainda mais os roteiros.  Neste contexto, vale atentar para outros problemas como a mobilidade urbana na capital e a melhoria da infraestrutura de portos e aeroportos, decisivos para aumentar também a competitividade do setor agroindustrial baiano.

Sabemos que a Bahia é rica culturalmente e tem tudo para despontar entre as regiões que mais lucram com o turismo histórico no mundo. Investir nesta importante indústria é investir na geração de emprego e renda para a população baiana e na melhoria da qualidade de vida.

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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