A estabilidade econômica do país é um dos fatores que facilitam a compra da casa própria. Depois de muitas mudanças, hoje as famílias brasileiras vivem em um novo cenário e podem realizar a compra segura do imóvel, com prazos mais flexíveis e juros acessíveis.
Desde o plano Real, se tornou possível planejar com segurança investimentos de médio e longo prazo. Além do que, consumidores podem contar com a facilidade de ter um período mais extenso para o pagamento de suas compras.
Juros menores
Além disso, a estabilidade econômica trouxe juros menores, sem contar que a TR (Taxa Referencial), que corrige as parcelas da compra da casa própria, não varia conforme a inflação.
Ou seja, ao contrário do que ocorria na década de 80, quando as taxas de inflação chegaram a 80% ao mês, impedindo qualquer aquisição a longo prazo, atualmente as pessoas podem adquirir o seu imóvel e ter a segurança de saber com exatidão os valores das parcelas em todo o período do financiamento.

Apesar de o setor de construção civil ser um dos mais afetados da bolsa, os analistas do Credit Suisse afirmam que algumas ações são bons investimentos para um horizonte de 12 meses. Em relatório enviado a clientes, o banco destacou o BR Brokers.

Os analistas dizem que investir nas ações da imobiliária é uma maneira de apostar nesse mercado o sem correr os riscos inerentes às construtoras, como a alta da inflação que pressiona o custo das obras. O banco afirma que a companhia apresenta uma ótima perspectiva operacional, tem margens elevadas e possui potencial de crescimento nos próximos meses, graças ao setor de corretagem que continua aquecido no país. A expectativa de alta das ações para o fim de 2012 é de 67%.

Na Conferência Internacional das Cidades Inovadoras realizada em Curitiba de 17 a 20 de maio deste ano, com a presença de renomados urbanistas e planejadores internacionais, chegou-se à conclusão que as cidades precisam ser inovadoras para atrair investimentos.

Cidades que investem em tecnologia, infraestrutura, bons transportes e que estimulam a cultura, a educação, a consciência ecológica, são cidades que atraem as novas indústrias focadas na inovação e na sustentabilidade.

Um bom exemplo são as cidades que implantam redes digitais. No entanto, a pesquisadora Laura valente de Machado, diretora do Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade, organização com sede no Canadá, uma das palestrantes da conferência, que reuniu mais de 1.500 pessoas, disse que é preciso que o governo dê suporte à inovação.

Nesse quesito, o egípcio Sameh Wahba, diretor do Departamento de Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe, disse que o banco está abrindo linhas de financiamento para projetos voltados às áreas urbanas. São cerca de 1,4 bilhão de dólares, que estão disponíveis para receber projetos que se enquadrem na disposição de assumir novos desafios.
Sameh Wahba chamou a atenção para o fato de que existem muitos instrumentos que traduzem essa estratégia que podem apoiar as cidades para inovar os programas de desenvolvimento independente das prioridades deles.
Agnaldo Castanharo, gerente de inovação do Sebrae do Paraná argumentou que para “uma empresa que tem como objetivo manter-se inovando, manter-se competindo no mercado, ela vai buscar os estados que criam esses ambientes.

Então, onde é que estão os estados que promovem e possibilidade da relação universidade e empresa? Quais são os estados que estão trabalhando a questão dos financiamentos locais? De uma certa forma as empresas acabam indo para esses estados”.

O ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná, Rodrigo da Rocha Loures, ressaltou a importância de cada município buscar soluções para seu crescimento. “O progresso passa a ser a soma das prosperidades locais, mais do que a ilusão de que o governo central vai proporcionar meios e caminhos para a resolução dos problemas”. Ele conclamou os interessados no tema a participar da revitalização de suas cidades e a organizar suas redes sociais. “Temos de ser agentes propagadores e atuar pensando numa nova dimensão, que leve a sociedade a uma mudança cultural.

A humanidade como um todo precisa ser inovadora”, argumentou. Dentro do movimento cidades inovadoras há duas iniciativas que estão em curso, uma é o projeto Curitiba 2030, com estudo concluído, o outro estudo é o de Londrina, cidade do interior do Paraná, cujos estudos também já estão prontos e vão na mesma direção, inovação e atração de investimentos.

Quando olhamos para Salvador, vemos o quanto estamos distante do mundo globalizado, afinal a cidade vive basicamente da construção civil e do comércio, que é alimentado pela renda gerada pela indústria imobiliária. O turismo praticamente desapareceu, a mobilidade urbana é um sonho e a revitalização do Comércio fica adiada, mesmo porque o Hotel Hilton dificilmente será construído. Uma Salvador digital, nem pensar.

Artigo extraído do jornal Tribuna da Bahia

O setor da construção civil segue otimista em novembro, apontou levantamento divulgado nesta segunda-feira pela Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

Segundo o estudo, 69% das empresas consultadas afirmaram estar otimistas em relação ao desempenho do setor. Contudo, para dezembro, o nível de otimismo recua para 54%.

De acordo com o presidente da associação, Walter Cover, o otimismo se mantém alto baseado no tradicional aumento nas vendas do comércio no final do ano.

Em novembro, o Termômetro Abramat apontou que 72% das indústrias de materiais disseram que pretendiam investir nos próximos 12 meses. No mesmo período de 2010 esse percentual era de 76%.

Já em outubro, 38% das empresas consultadas tinham boas expectativas em relação às ações do governo para o setor nos próximos 12 meses, enquanto que em novembro esse percentual saltou para 44%.
Fonte: Ultimoinstante

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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