
Segundo especialista, com o boom do mercado imobiliário, o ano é propÃcio para bons investimentos e lucros significativos
Por: Redimob.com.br
Nos últimos seis anos, a economia recebeu boas notÃcias de um setor que permaneceu estagnado durante quase toda a década de 1990. Imobiliárias e construtoras mantiveram seus negócios aquecidos, com resultados lucrativos até o final de 2011. E mesmo com algumas oscilações, nada foi significativo a ponto de concretizar alguma crise no setor imobiliário.
Porém, com o boom do mercado imobiliário, as instituições financeiras estão apostando alto, o ano é propÃcio para bons investimentos e lucros significativos. É por isso que o financiamento para compra de imóveis é a grande aposta dos bancos.
A expectativa das imobiliárias e construtoras é que a queda das taxas anunciada pela Caixa Econômica Federal (CEF) eleve a procura por essa modalidade de pagamento. A redução pode chegar a 21%, nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e começaram a valer no último dia 4, a partir do 8º Feirão da Casa Própria, que ocorre em 13 cidades até o dia 10 de junho. O financiamento se revela como uma das mais atrativas formas de investimento no setor para quem deseja adquirir um imóvel.

Normalmente, a casa de uma pessoa diz muito a respeito dela, porém certas caracterÃsticas costumam ser mais comuns quando falamos de pessoas solteiras que moram sozinhas e optam por um imóvel pequeno, mas personalizado. Segundo dados do IBGE, as residências brasileiras com apenas um morador aumentaram de 8,6% para 12,1% nos últimos dez anos, fenômeno que ocorre principalmente nos grandes centros urbanos.
Vários fatores explicam esse aumento, sendo um deles a verticalização das cidades. Com isso, as configurações dos domicÃlios estão cada vez menores, favorecendo empresas que se dedicam a suprir as necessidades desse público no que diz respeito ao mobiliário. Quando se trata de decorar a casa, os móveis planejados são a melhor opção para transformar os ambientes reduzidos em espaços agradáveis e confortáveis.

A consultora Graziella Oliveira, da Especialle Ambientes Planejados para sua vida, loja especializada em móveis planejados, explica que na hora de elaborar um projeto especÃfico é essencial uma entrevista com o cliente a fim de encontrar soluções para o dia a dia dele. “No caso dos solteiros, existe um pouco de falta de experiência do cliente na escolha dos móveis, que prefere determinada peça por ela ficar visivelmente bonita, mas sem muita praticidade”, expõe. É nesse momento que entra o atendimento personalizado. “Desenvolvemos o projeto da maneira mais próximo da realidade, com a perfeição que o consumidor deseja”, diz.
Neste contexto, existem diferenças entre homens e mulheres ao procurar uma empresa especializada em ambientes planejados para elaborar um projeto. De acordo com Graziella, os homens costumam acatar com maior facilidade as ideias do profissional responsável, enquanto as mulheres se dedicam a pesquisar tendências. “O homem busca soluções práticas com acessórios funcionais, entretanto não procura criar uma identidade tão forte. Diferentemente da mulher, que quer imprimir sua personalidade na decoração”, destaca.

Além do conforto e personalização, a preocupação ao conceber projetos em espaços pequenos envolve a questão da funcionalidade. Para a analista de redes sociais Uanilla Piveta, que mora sozinha há dois anos em um apartamento de apenas um quarto, a mobÃlia precisa ser planejada para que ela não perca muito do pouco espaço disponÃvel. “Tenho dificuldade com o tamanho e o encaixe dos móveis encontrados no mercado, portanto, para que o acabamento seja perfeito é necessário que eles sejam cuidadosamente planejados”, afirma. Dessa forma, a funcionalidade é um fator levado em conta por Uanilla. “Prefiro os móveis funcionais, pois o meu ritmo de vida determina isso. Procuro alinhar minha casa, que tem pouco espaço, com peças que sejam úteis e bonitas ao mesmo tempo”, diz.
Algumas técnicas do design de interiores podem fazer verdadeiras mágicas para proporcionar a sensação de amplitude, explica a consultora da Especialle Ambientes Planejados para sua vida, Graziella Oliveira. “O uso de tons pastéis e uma cor mais forte, com foco em um objeto, trazem maior atenção para a peça e deixam o ambiente mais iluminado e o uso de espelhos também funcionam especialmente se colocados em fundos de corredores ou paredes contrárias”, explica. “Desenvolvemos soluções para criar harmonia em todos os ambientes, de acordo com o sonho de cada cliente”, finaliza.
Fonte: Redação Bonde

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Com temperaturas cada vez mais extremas, no frio ou no calor, arquitetos buscam soluções para que as casas ofereçam conforto independente do clima.
Foi-se o tempo em que existia uma clara definição entre as estações do ano. Atualmente, a primavera e o outono, estações de temperaturas amenas, passam praticamente imperceptÃveis. Tivemos que nos acostumar a sentir frio ou calor. Diante dessa realidade, profissionais da área de arquitetura apresentam soluções para fazer com que as casas sejam confortáveis tanto em verões intensos quanto em invernos rigorosos.
“Para evitar ambientes muito quentes é bom sempre priorizar a ventilação cruzada, que se dá por janelas em fachadas opostas, permitindo a saÃda do ar quente e a entrada do ar fresco. Já para a proteção contra o frio, o ideal é usar materiais no revestimento das paredes que tenham grande inércia térmica. São materiais que vão retendo o calor do sol lentamente durante o dia e, com o pôr do sol, começam a troca de calor com os ambientes ao seu redor. Paredes revestidas de pedra voltadas para o poente é uma opção interessante”, exemplifica a arquiteta Marina Dubal, mostrando que a arquitetura sempre se preocupou em proteger as pessoas das temperaturas extremas. O que mudou é que, hoje, essas caracterÃsticas precisam ser combinadas, independente da região onde a casa esteja construÃda. “O ideal é que haja a associação de ambas as soluções, já que no Brasil as estações causam mudanças bruscas na temperatura e temos regiões em que há calor durante o dia e frio à noite”, analisa a profissional.
Até mesmo os revestimentos podem ser associados já que, assim como existem os que aquecem, há também os que esfriam os ambientes. “Carpetes tapetes e pisos de madeira aquecem os ambientes. Cerâmicas, vidros e algumas pedras esfriam. Estes materiais precisam ser combinados no mesmo projeto para garantir, não somente o conforto em relação ao clima, mas a eficiência e a durabilidade da casa”, enumera a arquiteta Flávia Soares.
Flávia reforça também a importância de estar atento à orientação da construção. “É importante estudar o posicionamento da casa em relação ao sol contemplando as necessidades do verão e do inverno. As fachadas devem ser estudadas para que as aberturas sejam suficientes para circulação do ar e para que o sol não invada o interior da casa gerando desconforto no calor, mas que, ao mesmo tempo, ofereça proteção no frio”, pontua.
As profissionais garantem que, mesmo para quem mora em apartamento, é possÃvel fazer algumas intervenções com o objetivo de se obter conforto térmico. “Em apartamentos é possÃvel melhorar o conforto térmico com algumas interferências de mudanças de piso, cortinas, revestimentos de parede e outras soluções”, diz Flávia. “O ideal é que haja orientação profissional, uma vez que tudo depende da insolação no cômodo, se há ventilação cruzada, entre outros fatores”, arremata Marina.

Por: Redimob.com.br
No Feirão da Caixa, imóveis prontos foram os favoritos.
A Caixa Econômica Federal encerrou neste domingo (6) a 8° edição do Feirão da Casa Própria com 4.395 negócios fechados entre a concessão das cartas de crédito e os imóveis contratados diretamente com as construtoras. No total, os três dias de evento renderam mais de R$ 400 milhões em negócios. A meta era ultrapassar os R$ 200 milhões negociados no último Feirão, em 2011.
A novidade é que o público do Feirão está mais seguro da sua decisão. Enquanto no ano passado 38 mil pessoas visitaram o evento, este ano 30 mil interessados estiveram no local, mas a meta de venda foi superada e ultrapassada. “Antes o público vinha para comparar, agora ele vem para fechar o negócio”, esclarece o gerente regional da Caixa na Bahia, Adelson Prata.
Além disso, mudou também o perfil da compra. Este ano, mais de 60% dos imóveis comercializados estão prontos ou com mais de 50% da obra adiantada, o que dá, em média, dez meses de espera antes da entrega das chaves. “Foi relevante que a entrega seja feita de imediato. Os imóveis na planta, com espera de dois anos, não foram os favoritos”, acrescenta Prata. Outra preferência foi pelos imóveis de até R$ 150 mil, que se encaixam no programa do governo federal, Minha Casa, Minha Vida, e representaram 70% das unidades comercializadas.
“É importante também ressaltar que estas condições encontradas aqui no Feirão continuam sendo oferecidas nas agências da Caixa. Essa foi uma das maiores dúvidas das pessoas que vieram atrás da carta de crédito”, explica o gerente regional. Isto porque, começou a valer neste Feirão a redução das taxas de juros para a habitação. Antes estas taxas chegavam a até 10% ao ano e, agora, variam entre 4,5% e 7,9% ao ano. Apenas na parte das cartas de crédito foram fechadas 2.380 contratações.
O contador, Adenilson da Conceição, foi um destes interessados que já saiu do evento com a carta de crédito aprovada nas mãos. Conceição também se encaixa no perfil dos moradores que querem a casa própria de imediato: seu objetivo é deixar de pagar aluguel. “Consegui a carta e já tenho uma casa em vista, no mesmo bairro que moro. Não quero apartamento para não ter que pagar condomÃnio”, ressalta. Ele também ficou impressionado com a rapidez na concessão do crédito e diz que o Feirão aberto no domingo facilitou a sua ida.
Passado o Feirão, o gerente regional da Caixa diz que basta levar identidade, CPF, comprovante de renda e residência em uma agência da Caixa para solicitar a carta nas mesmas condições do evento.
Já o empresário, Bruno das Flores, aproveitou o domingo para ir ao Feirão em busca de boas condições. Morando em Salvador há um ano, o paraibano já sabe o que quer. “Procuro um apartamento de 2/4. E já juntei uma entrada para obter uma carta de crédito com as parcelas que caibam no meu orçamento”, comenta o empresário.