A economia de água é uma questão importante que atinge o planeta e nossos bolsos também. Pensando nisso que cada vez mais tem surgido no mercado opções para o consumo consciente de água. Já existem torneiras econômicas, por pressão ou sensor, que chegam a economizar 70% da água. Somente na instalação, a economia atinge a casa dos 30% num perÃodo de cinco minutos de escovação dos dentes, comparada as torneiras comuns. Além das torneiras especiais, existem também os restritores de vazão, utilizados para reduzir a transmissão de água em até 50%, mantendo o fluxo de água agradável sem visÃvel alteração para o consumidor, e os arejadores – bocais para as torneiras que funcionam também como os restritores. Ainda no ramo dos acessórios para economia de água, temos os chuveiros com timer e regulagem de temperatura.
Ainda que não sejam produtos baratos, devemos considerar a longo prazo a economia na conta de água, que certamente compensa.
Cada metro quadrado de piso ecológico consome sete pneus que poderiam acabar poluindo as ruas da cidade. Agora os pneus descartados podem ter uma nova finalidade. Quando transformados em piso ecológico, podem ser utilizados em ambientes públicos ou privados, em calçadas, pistas de corrida e caminhada, na beira de piscinas, playgrounds e praças. Além de aliviar o meio ambiente, o material ainda protege crianças e idosos do impacto de uma queda eventual. O piso ecológico é fabricado com 100% de borracha de pneu reciclada e poliuretano e oferece proteção UV e antichama, o que proporciona inúmeras vantagens sobre o concreto e outros pisos.
Outra vantagem do material é o fato de ele ser permeável e permitir 100% da passagem da água para o solo, o que ajuda a prevenir enchentes e faz com que a água chegue até as raÃzes de plantas e árvores. A facilidade na aplicação é outro atrativo do piso ecológico. Ele pode ser aplicado sobre qualquer tipo de piso, sem sua remoção, mesmo com trincas e defeitos e não gera resÃduos.
Fonte: Catraca Livre

O verão começa oficialmente no próximo dia 22 e o aumento do calor pode significar uma conta de luz mais salgada para a população. Em média, o consumo de energia cresce 18% em dezembro, quando comparado com julho. O aumento de um grau centÃgrado na temperatura corresponde a um crescimento de 3% no consumo. Isso significa um incremento no consumo de energia, em um mês, de uma cidade como Salvador.
Os maiores vilões do consumo continuam sendo os aparelhos de ar-condicionado, chuveiros elétricos, ferros de passar e fornos elétricos. As iluminações usadas na decoração natalina têm pouco impacto na conta dos consumidores residenciais, porque geralmente as lâmpadas têm baixa potência. As de LED ainda são mais econômicas. No entanto, esse impacto aumenta se a decoração tiver mais lâmpadas e ficar acesa por muitas horas.
Geralmente, o aumento do consumo de energia pelos clientes residenciais é da ordem de 18% em dezembro. Com o aumento do calor, alguns equipamentos como as geladeiras precisam de mais energia para aumentar o seu desempenho. A geladeira pode ser uma vilã do consumo de energia. Se este eletrodoméstico estiver em mau estado de conservação, pode representar até 30% da conta de luz de uma residência. Além de ficar em local ventilado, ela deve estar longe de qualquer fonte de calor e com um espaço mÃnimo de 15 centÃmetros de paredes e armários.

Revolution Door captura a energia cinética de quem passa por ela para fornecer eletricidade gratuita ao local de instalação
A Revolution Door é uma porta giratória conceito, criada pelas designers nova-iorquinas, Jennifer Broutine Carmen Trudell, do Fluxxlab. A porta aproveita a energia cinética a partir do movimento giratório para produzir eletricidade. A ideia por trás de tudo isso é que os seres humanos exercem um pouco de sua própria energia ao empurrar uma porta giratória, e esta energia pode muito bem ser capturada por engrenagens e um gerador de eletricidade.
O equipamento é uma porta giratória modificada composta por três partes – um núcleo central redesenhado, um sistema mecânico/elétrico, que aproveita a energia humana e redistribui a eletricidade para uma saÃda, e um dispositivo que mapeia a energia aproveitada. A tecnologia pode ser usada em portas novas ou adaptada a portas giratórias existentes.
A Revolution Door irá comunicar diretamente a contribuição de uma única pessoa para um ciclo de energia possÃvel, fará a coleta mecanicamente e converterá a energia para ser usada em um gerador. As portas giratórias são comuns em diversos edifÃcios de escritórios e estão em uso a qualquer momento do dia. Capturar a energia cinética para fornecer eletricidade gratuita ao local de instalação é uma maneira de oferecer a elas mais uma utilidade.
As designers estiveram presente na conferência Greener Gadgets, no centro de arte e tecnologia Eyebeam, em New York. O Fluxxlab recebeu financiamento da Eyebeam e apoio do fundo de sustentabilidade da Universidade de Nova York. Jennifer e Carmen se formaram Mestre de Ciência pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, dentro do programa Advanced Design Architectural.
Fonte:Â Exame/Abril