Postado por: Redimob.com.br

Jovens entre vinte e trinta e poucos anos. Esse é o perfil das pessoas que compram o primeiro apartamento. É gente que está começando a vida adulta, já acabou a faculdade, tem um emprego estável e um salário capaz de comportar as parcelas do financiamento imobiliário. Ou mesmo um pé de meia para bancá-lo à vista. O grupo se divide entre solteiros em busca de independência ou jovens casais que querem um lugar para iniciar a vida a dois.

É o caso de José Augusto Lobato, de 23 anos. Casado há dez meses, o jornalista de Belém mora há dois anos em São Paulo e está financiando um apartamento com a esposa, a também jornalista Mayara, de 24 anos. “O que sempre procuramos foi espaço, mas os apartamentos antigos estão caros. Mesmo assim, são mal cuidados e precisam de reforma. Então acabamos comprando um imóvel novo, pequeno – com 65m² –, mas com uma planta funcional”, conta. A prioridade foi a boa localização, afinal está situado próximo ao metrô Saúde. Mas o que o ajudou mesmo a fechar o negócio foi o fato de haver duas vagas na garagem. “Tínhamos outro imóvel idêntico e um pouco mais barato em vista, mas acabamos ficando com esse porque tem duas vagas. Hoje só temos um carro, mas daqui a alguns anos vamos comprar outro”, explica Lobato.

Para outro jovem casal, a jornalista Mariana Setubal, de 23 anos, e o administrador de empresas Carlos Pessoa, de 33, o mais importante na escolha foi a localização. “Procuramos em uns cinco bairros, perto de onde a gente mora atualmente e próximo de onde a gente trabalha. Também são bairros que a gente gosta, centrais, nos quais dá para fazer as coisas a pé. Em segundo lugar, o preço pesou bastante também. Por isso demoramos tanto para encontrar, quase um ano” lembra Mariana. Eles optaram por um imóvel de três quartos no Itaim Bibi.

Apesar de a boa localização ser um dos principais itens a serem levados em conta, não é o único. O economista Guilherme Gobato, de 35 anos, prezou, primeiramente, pela área social. “A parte de lazer desse prédio é interessante porque fica no alto, no 18º andar, e tem uma vista linda. E ainda conto com os benefícios que quase todos os prédios novos oferecem como sauna, piscina e vaga na garagem.” Entretanto, também levou em conta o local. “Tinha ideia de tamanho – um ou dois quartos – e que fosse de fácil acesso à avenida Paulista. Pensei em bairros ao redor dali como Santa Cecília – onde moro, Pinheiros e Cerqueira César”, afirma.

Para a jornalista Tatiane Matheus, de 30 anos, a prioridade pela boa localização foi dividida com a necessidade de um preço que coubesse no orçamento. “Não sou de São Paulo e precisava de um apartamento que fosse bem localizado. Como a minha verba era limitada, a prioridade era um prédio seguro e reformadinho. Onde eu moro tem uma academia em frente, um Sesc na rua de trás, faculdades e barzinhos. Então, área de lazer e salão de festas não foram tão importantes”, explica. Ela mora em uma quitinete na Vila Buarque, região central de São Paulo, e fez um financiamento há três anos para quitar o imóvel.

ATARDE 12/05/12

Apartamentos amplos, mas com plantas que permitam a personalização dos cômodos são uma tendência entre os lançamentos de alto padrão, afirma o arquiteto Eduardo Brandão. Ele assina o projeto da Mansão Caymmi, que acaba de ser lançada pela Moura Dubeaux no Caminho das Árvores, com comercialização da Brasil Brokers. Com duas unidades por andar, os apartamentos de quatro quartos com suíte podem transforma-se em três suítes com variações para um gabinete ou sala mais ampla. Os interessados já podem visitar o estande de vendas, localizado na Alameda dos Sombreiros.

Por: Jornal A TARDE/Juliana Brito

Quando o empresário Derlon Braga optou por comprar um apartamento em um prédio do Alto do Itaigara estava decidido a escolher o imóvel em um dos últimos 29 andares do empreendimento. Mas, durante a segunda visita, recebeu a sugestão do filho de mudarem-se para o último andar. A esposa, que tem medo de altura, ficou reticente, mas por fim a decisão foi tomada. Assim como a família Braga, muita gente opta por apartamentos nos últimos andares dos prédios residenciais. Os motivos são basicamente três: privacidade, uma boa vista e a melhoria da ventilação.

O sócio-diretor da Brasil Brokers Brito & Amoedo, Cláudio Cunha, afirma que a opção por morar no alto depende da localização do imóvel. “Se o prédio tiver uma vista para o mar ou para o parque ou se tiver prédios vizinhos, as pessoas vão preferir os andares de cima”, afirma.

“Entretanto, nem todos os bairros de Salvador têm o gabarito liberado. Mas nas áreas liberadas, os prédios costumam ter até 34 pavimentos”, ressalva.

Cunha explica que os imóveis do último andar costumam ser de 12% a 15% mais caros que os do primeiro andar. “Mas não existem andares melhores ou piores, existem para todos os gostos”, observa ele.

Vizinhos

Derlon conta que a decisão de ocupar o último andar veio após um período de transtornos causados pela vizinha que ocupava o apartamento de cima. “Morava nele uma senhora que no meio da madrugada acordava e começava a andar de tamanco pela casa. Prometi que nunca mais moraria em um andar que tivesse um apartamento acima”, recorda o empresário.

A vista também foi um atrativo. “Chegamos a visitar um apartamento no sexto andar de um prédio na Barra. Mas do que adianta morar lá se não tenho a visão para o mar?”, argumenta. A boa ventilação e a privacidade que morar nas alturas proporcionam foi também um fator decisivo na compra do imóvel.

Apesar de estar convicto sobre as vantagens do último andar, o empresário ainda tem dúvidas sobre a decisão. A maior delas é a altura da vista. Como o prédio está em construção, Derlon ainda não visitou a varanda da sua futura casa. “No meio do ano, vou poder fazer isso. Não sei se vou conseguir olhar para baixo da minha varanda, acho que minha mulher vai pisar lá na ponta do pé, mas acredito que vou ter mais alegrias que problemas”, brinca o proprietário.

Aos empolgados com as alturas devem averiguar algumas condições. “É bom prestar atenção se o prédio possui gerador de energia elétrica e se os elevadores são rápidos e climatizados”, ensina Cláudio Cunha.

Segundo especialista, com o boom do mercado imobiliário, o ano é propício para bons investimentos e lucros significativos

Por: Redimob.com.br

Nos últimos seis anos, a economia recebeu boas notícias de um setor que permaneceu estagnado durante quase toda a década de 1990. Imobiliárias e construtoras mantiveram seus negócios aquecidos, com resultados lucrativos até o final de 2011. E mesmo com algumas oscilações, nada foi significativo a ponto de concretizar alguma crise no setor imobiliário.

Porém, com o boom do mercado imobiliário, as instituições financeiras estão apostando alto, o ano é propício para bons investimentos e lucros significativos. É por isso que o financiamento para compra de imóveis é a grande aposta dos bancos.

A expectativa das imobiliárias e construtoras é que a queda das taxas anunciada pela Caixa Econômica Federal (CEF) eleve a procura por essa modalidade de pagamento. A redução pode chegar a 21%, nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e começaram a valer no último dia 4, a partir do 8º Feirão da Casa Própria, que ocorre em 13 cidades até o dia 10 de junho. O financiamento se revela como uma das mais atrativas formas de investimento no setor para quem deseja adquirir um imóvel.

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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