“Vamos lançar dois novos empreendimentos residenciais, voltados para as classes C e B”

Diretor da Nova Dimensão fala sobre os planos de expansão da empresa para o interior do estado


1. Os lançamentos Ondina Choice, Vitraux e Cloc Marina Residence são empreendimentos diferenciados. O que leva a Nova Dimensão/Garcez a desenvolver este tipo de projeto em Salvador?

Realmente existe um misto de estratégia comercial com “ideal de empresa”. A estratégia comercial tem a ver com o fato de acreditar muito na diferenciação como forma de alcançar o sucesso. Levamos à risca a máxima dos 3 fatores que mais importam: localização, localização e localização! Mas sabemos também que o projeto tem que fazer jus a isto, e por isso apostamos também nos projetos arrojados, exclusivos. Como ideal de empresa, pensamos na importância de associar rapidamente a nossa marca a uma ideia de alto padrão de qualidade, pois ao mesmo tempo estamos atingindo um público que é sem dúvida um forte formador de opinião.

2. Quais as características que tornam um empreendimento Premium?

Como falei antes, mas sem querer subestimar obviamente os outros aspectos, a localização é o fator primordial. O padrão de acabamento acredito que vem em seguida, mas sempre associado com um bom projeto, que entenda os anseios deste tipo de público. Uma boa planta, com ambientes bem distribuídos e funcionais, fará jus a esta localização perfeita que buscamos oferecer.

3. O conceito de ecologicamente correto é aplicado no Vitraux. Como aliar práticas que diminuam o consumo de recursos naturais com a viabilidade comercial? Esta é uma tendência adotada pela empresa?

Nós procuramos agregar valor ao produto, incorporando alguns conceitos que estivessem harmonizados com as melhores tendências do mercado e também com o estilo arquitetônico do projeto. A meu ver, graças a diversas iniciativas, o mercado está progressivamente reconhecendo o valor agregado deste tipo de empreendimento, e assim assimilando também o impacto no preço final, pois tende a existir um incremento nos custos. Já existem estudos que permitem apurar o prazo de retorno deste custo, pois a reciclagem, e a redução no consumo de água e de energia, acabam trazendo uma economia para os usuários no médio e longo prazo.

4. Qual o perfil do comprador dos empreendimentos da Nova Dimensão/Garcez? A maioria é estrangeiro?

A maior parte são compradores locais, mas em todos os empreendimentos nós temos uma diversidade de nacionalidades. Podemos observar também o interesse de pessoas do interior da Bahia e de outros estados do Brasil. Temos também clientes com perfil de investidores, que enxergam nos nossos produtos um grande potencial de valorização graças à singularidade do projeto e da localização, ou simplesmente consideram uma ótima opção para compor uma carteira para aluguel. Mas a maioria dos nossos compradores adquire mesmo para seu próprio uso.

5. Existe a intenção de lançar em cidades do interior do Estado?

Com certeza, porém não no curto prazo. Dentro do nosso Plano Estratégico para médio e longo prazo, prevemos uma expansão geográfica que certamente passará antes pela presença em cidades do interior da Bahia.

6. Quais as perspectivas da empresa para o segundo semestre?

Neste segundo semestre a Nova Dimensão tem a perspectiva de lançar dois novos empreendimentos residenciais, voltados para as classes C e B. Desta forma, estaremos abrangendo uma faixa maior de público, sem, entretanto perder o nosso foco na diferenciação como forma de estratégia.

7. Como a escolha do novo modal de mobilidade urbana pode impactar no mercado imobiliário?

Avaliando o que normalmente ocorre em outras cidades que têm uma infraestrutura de transportes mais desenvolvida e mais eficiente, é fundamental que o poder público exerça esta capacidade que realmente lhe compete, de planejar e estruturar o crescimento da cidade. Para evitar a pressão imobiliária é preciso criar novos vetores de expansão, mas para isto a mobilidade urbana precisará estar na frente, pois tudo está inevitavelmente interligado: crescimento demográfico, expansão imobiliária, arrecadação tributária, investimento em infraestrutura.

Cyrela Andrade Mendonça vai investir em imóveis para a Classe C e na Região Metropolitana

Escassez de mão de obra qualificada e terrenos caros são principais desafios do setor da construção em Salvador

1. Quais as perspectivas da Cyrela Andrade Mendonça para 2011?

Temos um ano de muito trabalho pela frente. A Cyrela Andrade Mendonça está com importantes projetos para serem lançados, desde empreendimentos empresariais a residenciais. É também um ano de realinhamento em função do novo cenário que se desenha para o mercado imobiliário nacional.

2. Além da falta de terrenos incorporáveis em Salvador e seu elevado preço, quais as principais dificuldades que as incorporadoras têm encontrado no mercado baiano?

A falta de mão de obra é um dos principais entraves. O preço alto e crescente da matéria-prima também é uma dificuldade que o mercado enfrenta, pois isto reflete diretamente no custo da construção civil, elevando o valor dos imóveis. O mercado está sendo obrigado a se readequar a estas mudanças.

3. O presidente da ADEMI-BA, Nilson Sarti, afirmou em entrevista que o mercado imobiliário voltado para a classe C é o mais promissor para as empresas locais. O senhor concorda? A empresa vai investir mais em empreendimentos voltados para este público?

Este segmento efetivamente está se fortalecendo. Isso é muito bom. Um exemplo disso é o resultado que obtivemos com o lançamento em janeiro de 2009 do Reserva Parque Residencial, com conceituação de empreendimento econômico. Atualmente foram vendidas 93% das unidades lançadas.

4. A Cyrela Andrade Mendonça vai investir em que áreas da cidade?

Vamos continuar investindo, como sempre, em toda a Região Metropolitana de Salvador.

5. Em que tipos de empreendimentos a Cyrela Andrade Mendonça vai apostar nos próximos anos?

Além dos empreendimentos voltados a Classe C, vamos continuar lançando projetos para o perfil médio e alto padrão, e isto inclui desde os empreendimentos empresariais até os residenciais.

6. O senhor acredita que a Bahia, sendo o terceiro maior mercado imobiliário do país, vai continuar crescendo nos próximos anos?

A Bahia tem potencial para continuar crescendo. O momento atual do mercado imobiliário é comum a todos os estados, de realinhamento com este novo cenário que se impôs em função do forte crescimento que tivemos nos últimos anos.

7. Os preços dos imóveis na cidade tendem a subir ainda mais?

Além da valorização que historicamente acontece com imóveis, esta alta também acontece em função de alguns pontos que o mercado imobiliário enfrenta como a escassez de profissionais para determinados cargos.

8. A Andrade Mendonça trabalha em diversos ramos da construção. Qual deles tem tido um crescimento mais acentuado?

Atuamos em diversas frentes. Prédios residenciais, empresariais, redes de hipermercados, concessionárias, postos de gasolina, agências bancárias, shoppings centers, a exemplo do Salvador Shopping, do Salvador Norte Shopping e, mais recentemente, estamos tocando o projeto de expansão do Shopping Barra. Em Fortaleza estamos construindo o maior Pavilhão de Feiras e Eventos do país, além de todo o sistema viário de acesso externo ao empreendimento, o Le Parc Recife está sendo construído na capital pernambucana e outras obras realizadas em São Luís, Maranhão.

9. Como é a parceria entre a Andrade Mendonça e a Cyrela Brazil Realty, segunda maior empresa do setor de construção, no Brasil, em valor de mercado?

A Cyrela Andrade Mendonça é a união bem sucedida entre a Cyrela Brazil Realty, incorporadora com 45 anos de história, e a Construtora Andrade Mendonça, que há 33 anos atua no mercado. Esta união aconteceu em 2007. Neste período, a Cyrela Andrade Mendonça já vendeu R$ 1,7 bilhão. Atualmente são 90 prédios em construção ao mesmo tempo e geração de nove mil empregos diretos.

10. A Andrade Mendonça recebeu a re-certificação do ISO 9001/2008 pela qualidade de seus sistemas de gestão. Qual a importância de investir neste tipo de certificação?

Estamos fortalecendo nossa presença entre as grandes corporações do mercado imobiliário do Nordeste. Por mais de um ano recebemos a re-certificação do ISO 9001/2008 pela qualidade de nossos sistemas de gestão. Agora ganhamos mais um certificado ISO, o PBQP-H (Prograna Brasileiro de Qualidade para Habitação), que atesta a Andrade Mendonça como qualificada para participar de obras e programas habitacionais do Governo, como o atual Programa Minha Casa Minha Vida.

11. A Andrade Mendonça investe em inovação? De que forma?

Investimos em inovação através de programas de gestão de qualidade, gestão de sustentabilidade e gestão de pessoas. Em todos os nossos projetos buscamos implantar tecnologia de ponta e com as principais novidades que o mercado da construção civil pode oferecer.

Vice-presidente de uma das maiores imobiliárias do mundo diz que o custo-benefício dos imóveis em cidades nordestinas está entre os melhores do mundo

O americano Peter Turtzo é vice-presidente da Sotheby’s International Realty, o braço imobiliário da famosa casa de leilões Sotheby’s. Todos os anos, ele dá a volta ao mundo para conversar com corretores e analisar o desempenho dos mais de 500 escritórios da empresa espalhados por 39 países. Em solo brasileiro nesta semana, Turtzo afirmou que os preços dos imóveis estão atrativos no Brasil, principalmente no Nordeste. Ele não acredita que uma bolha esteja em formação no mercado e disse que os valores das propriedades vão subir ainda mais se o desemprego continuar em queda. Confira alguns trechos da entrevista acessando o link: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/imoveis-no-nordeste-estao-baratos-diz-sotheby-s

“A Tenda vai investir em produtos grandes nas regiões periféricas da cidade” afirma o Diretor Regional de Negócios da construtora Tenda, Rodrigo Lucas Tarabori, em entrevista ao blog da Triumphe.

Presente na Bahia desde 2007, a construtora Tenda se destaca pela implantação de empreendimentos econômicos. Somente em 2010, foram comercializadas 3.373 unidades na Bahia, sendo a terceira empresa que mais lançou naquele período: 14% do total de 14.687 unidades.  A empresa, fundada em Belo Horizonte, em 1969, está presente em 11 estados do país. Na Bahia atua em Salvador, Camaçari, Feira de Santana, Lauro de Freitas, Vitória da Conquista e Valença. Para reforçar seu sucesso, a construtora, que financia 100% do valor de seus imóveis, conta com a parceria da Caixa Econômica Federal, das prefeituras, da Coelba e da Embasa. Desde 2009, a Gafisa, uma das maiores companhias do setor imobiliário, passou a ser a única controladora da construtora Tenda.
1. Quanto o mercado baiano representa para a Tenda?

O mercado nordestino representa cerca de 12% para a Gafisa, que inclui a construtora Tenda e Alphaville. Sendo que a Bahia representa, para a Tenda, aproximadamente 7% de todo o seu mercado.

2. Qual a expectativa da empresa na Bahia para 2011?

Tivemos um 2010 excelente e a Triumphe teve muito a ver com estes resultados, pois foi a primeira imobiliária parceira aqui na Bahia. Com isso, tivemos um aumento no volume de vendas e maior velocidade graças à agilidade do atendimento ao cliente. No total, foram mais de três mil unidades comercializadas e nosso objetivo é continuar lançando empreendimentos. Para 2011 prevemos um crescimento nos lançamentos de 15% a 20%.

3. Pesquisas apontam que o cliente da classe C, a nova classe média, é exigente. Quais as estratégias que a Tenda tem usado para atraí-lo?

A Tenda é uma empresa especializada no cliente da classe C. Além de uma comunicação direcionada, nossos projetos são muito bem planejados para atender às necessidades deste cliente, que a cada dia, se torna mais exigente e, como conseqüência, a empresa também. Aqui na Bahia usamos estratégia de marketing e atendimento diferenciados, mas, principalmente, nossos produtos são voltados para atender às demandas dos clientes.

4. O Programa Minha Casa, Minha Vida tem enfrentado algumas dificuldades, e após pleito do setor, os valores dos empreendimentos que se enquadram no programa foram reajustados. Como isso afeta o mercado de imóveis econômicos?

Os novos valores adotados pelo programa Minha Casa, Minha Vida nos dão maior flexibilidade de lançamentos e são mais adequados aos atuais custos praticados na construção e preços dos terrenos.

5. A Tenda já investe em cidades como Feira de Santana e Vitória da Conquista. A intenção é expandir para mais cidades do interior ou focar mais em Salvador?

Embasados pelas nossas pesquisas, pretendemos continuar investindo nas cidades do interior, sobretudo naquelas onde já trabalhamos. Claro que vamos continuar investindo também em Salvador.

6. Como a carência de infraestrutura afeta os projetos da empresa?

De maneira geral, a falta de infraestrutura nos afeta em grande escala, mas resolvemos os problemas fazendo parcerias com as prefeituras, Coelba e Embasa, que entendem as necessidades dos empreendimentos e, assim, temos grandes resultados. Em relação à mobilidade urbana, desenvolvemos um plano de estudos e planejamento no momento da aquisição de um terreno, sobretudo para aqueles voltados para o Minha Casa, Minha Vida, já que é essencial para este público que exista facilidade de locomoção.

7. Em quais áreas da cidade a Tenda vai investir nos próximos anos?

A Tenda vai investir em produtos grandes nas regiões periféricas da cidade. Como Salvador é uma península é natural que a região norte da cidade, o Centro Industrial de Aratu (CIA), Camaçari, Lauro de Freitas e Litoral Norte, se desenvolvam. Nós acreditamos muito no crescimento da região do CIA, onde vamos atuar fortemente, pois a rodovia CIA-Aeroporto vai ser duplicada e ainda há terrenos para venda.

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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