Segundo especialista, com o boom do mercado imobiliário, o ano é propício para bons investimentos e lucros significativos

Por: Redimob.com.br

Nos últimos seis anos, a economia recebeu boas notícias de um setor que permaneceu estagnado durante quase toda a década de 1990. Imobiliárias e construtoras mantiveram seus negócios aquecidos, com resultados lucrativos até o final de 2011. E mesmo com algumas oscilações, nada foi significativo a ponto de concretizar alguma crise no setor imobiliário.

Porém, com o boom do mercado imobiliário, as instituições financeiras estão apostando alto, o ano é propício para bons investimentos e lucros significativos. É por isso que o financiamento para compra de imóveis é a grande aposta dos bancos.

A expectativa das imobiliárias e construtoras é que a queda das taxas anunciada pela Caixa Econômica Federal (CEF) eleve a procura por essa modalidade de pagamento. A redução pode chegar a 21%, nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e começaram a valer no último dia 4, a partir do 8º Feirão da Casa Própria, que ocorre em 13 cidades até o dia 10 de junho. O financiamento se revela como uma das mais atrativas formas de investimento no setor para quem deseja adquirir um imóvel.

Por: Redimob.com.br

No Feirão da Caixa, imóveis prontos foram os favoritos.

A Caixa Econômica Federal encerrou neste domingo (6) a 8° edição do Feirão da Casa Própria com 4.395 negócios fechados entre a concessão das cartas de crédito e os imóveis contratados diretamente com as construtoras. No total, os três dias de evento renderam mais de R$ 400 milhões em negócios. A meta era ultrapassar os R$ 200 milhões negociados no último Feirão, em 2011.

A novidade é que o público do Feirão está mais seguro da sua decisão. Enquanto no ano passado 38 mil pessoas visitaram o evento, este ano 30 mil interessados estiveram no local, mas a meta de venda foi superada e ultrapassada. “Antes o público vinha para comparar, agora ele vem para fechar o negócio”, esclarece o gerente regional da Caixa na Bahia, Adelson Prata.

Além disso, mudou também o perfil da compra. Este ano, mais de 60% dos imóveis comercializados estão prontos ou com mais de 50% da obra adiantada, o que dá, em média, dez meses de espera antes da entrega das chaves. “Foi relevante que a entrega seja feita de imediato. Os imóveis na planta, com espera de dois anos, não foram os favoritos”, acrescenta Prata. Outra preferência foi pelos imóveis de até R$ 150 mil, que se encaixam no programa do governo federal, Minha Casa, Minha Vida, e representaram 70% das unidades comercializadas.

“É importante também ressaltar que estas condições encontradas aqui no Feirão continuam sendo oferecidas nas agências da Caixa. Essa foi uma das maiores dúvidas das pessoas que vieram atrás da carta de crédito”, explica o gerente regional. Isto porque, começou a valer neste Feirão a redução das taxas de juros para a habitação. Antes estas taxas chegavam a até 10% ao ano e, agora, variam entre 4,5% e 7,9% ao ano. Apenas na parte das cartas de crédito foram fechadas 2.380 contratações.

O contador, Adenilson da Conceição, foi um destes interessados que já saiu do evento com a carta de crédito aprovada nas mãos. Conceição também se encaixa no perfil dos moradores que querem a casa própria de imediato: seu objetivo é deixar de pagar aluguel. “Consegui a carta e já tenho uma casa em vista, no mesmo bairro que moro. Não quero apartamento para não ter que pagar condomínio”, ressalta. Ele também ficou impressionado com a rapidez na concessão do crédito e diz que o Feirão aberto no domingo facilitou a sua ida.

Passado o Feirão, o gerente regional da Caixa diz que basta levar identidade, CPF, comprovante de renda e residência em uma agência da Caixa para solicitar a carta nas mesmas condições do evento.

Já o empresário, Bruno das Flores, aproveitou o domingo para ir ao Feirão em busca de boas condições. Morando em Salvador há um ano, o paraibano já sabe o que quer. “Procuro um apartamento de 2/4. E já juntei uma entrada para obter uma carta de crédito com as parcelas que caibam no meu orçamento”, comenta o empresário.

A Bahia voltou a liderar a geração de empregos na Região Nordeste ao apresentar em janeiro deste ano um saldo de 6.861 empregos celetistas.

A Bahia voltou a liderar a geração de empregos na Região Nordeste ao apresentar em janeiro deste ano um saldo de 6.861 empregos celetistas. O Setor de Serviços foi o que mais se destacou com 3.363 postos, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados, nesta quinta-feira (23), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Para o secretário estadual do Trabalho, Nilton Vasconcelos, os números são positivos e mantém a expectativa de continuidade na geração de novos empregos com carteira assinada em 2012. “Devemos ser cautelosos com previsões numa quadra de crise internacional. O importante é continuar a política de atração de novos investimentos, combinado com a garantia de crédito para a produção e o consumo”, explicou. (…)

Programa de Aceleração do Crescimento e o Minha Casa, Minha Vida serão preservados das tesouradas no Orçamento de 2012. A expectativa é de que o contingenciamento fique entre R$ 50 bilhões e R$ 55 bilhões

O corte no Orçamento-Geral da União de 2012 vai ficar abaixo dos R$ 60 bilhões pretendidos pelo mercado e por setores mais ortodoxos do Ministério da Fazenda. A expectativa é de que o contingenciamento, que será anunciado até sexta-feira, fique entre R$ 50 bilhões e R$ 55 bilhões. Apesar de a crise internacional ainda estar em uma fase aguda — a Grécia acaba de aprovar um pacote duro de austeridade fiscal e a Zona do Euro não dá sinais de que conseguirá livrar-se da turbulência —, o Planalto avalia que é preciso manter os investimentos para assegurar um crescimento sustentado do país neste ano.

Os programas estratégicos do governo serão preservados. Estão nesse rol as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa, Minha Vida. Dilma aposta que os investimentos no PAC serão importantes para que, no segundo semestre do ano, o ritmo de crescimento da economia volte a atingir os patamares de 2010. Já o Minha Casa, Minha Vida foi escolhido pela presidente como o grande projeto de seu mandato. Ela considera que os programas sociais estão consolidados e que chegou o momento de dar moradia com dignidade para as pessoas, especialmente as famílias com faixa de renda até R$ 1,6 mil.

A tesourada na peça orçamentária também deixará incólume o Programa Brasil sem Miséria, um desdobramento do Bolsa Família que beneficia 16 milhões de pessoas com renda familiar abaixo de R$ 70; e os investimentos em educação, ciência e tecnologia e saúde. Pela ênfase dada pela presidente em cerimônias recentes no Palácio do Planalto, a aposta é que programas como o Pronatec — uma espécie de Prouni para as escolas técnicas — e o Ciência sem Fronteiras, que concede bolsas de estudo no exterior, devem ser mantidos. Dilma tem fixação pelo ingresso do país na “era do conhecimento”.

A redução da expectativa de aumento do PIB para 2012, anunciada ontem pela equipe econômica, só reforça os argumentos para que os cortes sejam menos duros que os planejados inicialmente. O PIB deste ano deve fechar em 4,5% e não os 5% esperados inicialmente pela Fazenda e pelo Palácio do Planalto. Em recentes reuniões com empresários que investem no Minha Casa, Minha Vida, o ministro Guido Mantega assegurou que os recursos seriam preservados.

A própria Dilma tem repetido que não pretende tirar o pé do freio. Com base nos sinais emitidos pela presidente e pelo titular da Fazenda, diminuiu-se a aposta de um corte de R$ 60 bilhões. Especialistas afirmam que isso provocaria uma freada muito brusca na economia. Um contingenciamento entre R$ 50 bilhões e R$ 55 bilhões sinalizaria aos mercados a disposição do governo federal de manter as contas em dia, preservaria o país da contaminação pela crise estrangeira e ainda permitiria um fôlego para não “quebrar” o ritmo de crescimento do PIB.

Esses argumentos são usados também para justificar a alguns setores mais desenvolvimentistas — e principalmente, ao Congresso — por que o contingenciamento não pode ficar abaixo dos R$ 50 bilhões. Integrantes da Comissão Mista de Orçamento projetavam um corte de R$ 40 bilhões, alegando que a China cresceu mais que o esperado e que os números soprados pela economia americana, especialmente a redução nos níveis de desemprego, poderiam aliviar a mão do governo sobre o orçamento. Mas na Fazenda e no Planejamento a avaliação é de que um corte de R$ 40 bilhões emitiria um sinal de afrouxamento fiscal muito perigoso.

Fonte: Correio Brasiliense – 15/02/2012

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Gustavo Brito, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e André Piton, Diretor Geral da Cyrela NordesteOs sócios da Brasil Brokers Brito&Amoedo, Gustavo Brito e Claudio Cunha, e o Diretor Geral da Cyrela Nordeste André Piton,O mestre de cerimônias Rafael Cortez apresenta o lançamentoClaudio Cunha e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da Cyrela NordesteAndré Pithon, Diretor Geral da Cyrela Nordeste, Claudio Cunha, sócio da Brasil Brokers Brito&Amoedo, e Luciano Almeida, Diretor de Incorporação da CyrelaDSC_8447KIN_0002_943x627KIN_0700_943x627KIN_0698_943x627KIN_0696_943x627KIN_0694_943x627KIN_0691_943x627KIN_0690_943x627KIN_0688_943x627KIN_0678_943x627KIN_0675_943x627KIN_0673_943x627KIN_0671_943x627KIN_0669_943x627KIN_0665_943x627
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