
Até o dia 20 de janeiro, ingresso da moeda americana no País superou a saída em US$ 6,65 bilhões
O fluxo de dólares para o País, que ganhou força na semana passada, alimentou a expectativa no mercado financeiro de que o governo voltará a adotar novas medidas cambiais contra a valorização do real. Até o dia 20, a entrada de moeda americana superou a saída em US$ 6,65 bilhões.
Como a tendência é de continuidade desse movimento nas próximas semanas, analistas esperam para breve que o BC volte a intervir no mercado cambial, comprando dólares e evitando, assim, variações bruscas da cotação da moeda ante o real.
O ingresso de dólares pelo chamado segmento financeiro deu um salto de US$ 5,12 bilhões, na semana passada, passando de um saldo negativo de US$ 41 milhões para uma entrada líquida positiva de US$ 5,03 bilhões. É por esse segmento que entram no País as divisas para aplicações de estrangeiros em ações, títulos de renda fixa e Investimentos Estrangeiros Direto (IED), destinadas ao setor produtivo. Já o fluxo comercial, que registra a entrada de dólares para operações de importação e exportação, fechou positivo em US$ 1,57 bilhão no período.
Os dados sobre o fluxo de dólares revelaram com mais precisão as razões da preocupação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, manifestada desde a semana passada, com os rumos da taxa de câmbio. Diante da retomada dessa entrada mais forte de dinheiro, que derrubou a cotação da moeda, o ministro voltou a falar em novas medidas cambiais.
Fonte: O Estado de S. Paulo – 25/01/2012

Embora não ganhe destaque na mídia, que se concentra especialmente na indústria, no agronegócio e no setor de serviço, o mercado imobiliário em todo o Brasil vem mostrando um desempenho que assegura um enorme número de empregos e uma oportunidade de investimento que supera a do mercado financeiro.
No caso baiano, os números apresentados aqui, na coluna do dia 11 de janeiro, mostraram um crescimento constante do setor nos últimos três anos, com média de 12 mil unidades.
A valorização de imóveis no Brasil foi uma das maiores do mundo, no ano passado e de acordo com uma pesquisa encomendada pela revista “Exame”, de junho de 2011, “o país registrou a terceira maior valorização de imóveis nos últimos 12 meses, 22%, perdendo apenas para China ( 30%) e Singapura ( 25%) – fontes: Global Property Guide e Ibope Inteligence”. Isso é um dado que só vem ratificar a antiga discussão sobre a segurança do investimento em imóveis.
Um imóvel é um patrimônio físico, está lá, ao alcance das mãos, é seu, ninguém lhe tira, o governo não pode congelá-lo como já fez com a poupança e contas bancárias, ele não sofre
oscilações drásticas como a bolsa de valores, é um bem tangível e seguro, que além de poder usufruí-lo, ainda valoriza.
O aquecimento da economia, com a abundante disponibilidade de crédito e os longos prazos de financiamentos, tornaram o investimento em imóveis, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e na Bahia a melhor alternativa em termos de rentabilidade no ano passado. Rentabilidade é o retorno esperado de um investimento descontando custos, tarifas e inflação.
Quem investe em imóvel tem ganho duplo, o primeiro e mais visível é a rentabilidade do aluguel, com os juros do mercado financeiro em queda, cada vez mais ela se torna atraente e praticamente sem risco.
Fonte: Tribuna da Bahia – 25/01/2012
Embora não ganhe destaque na mídia, que se concentra especialmente na indústria, no agronegócio e no setor de serviço, o mercado imobiliário em todo o Brasil vem mostrando um desempenho que assegura um enorme número de empregos e uma oportunidade de investimento que supera a do mercado financeiro.
No caso baiano, os números apresentados aqui, na coluna do dia 11 de janeiro, mostraram um crescimento constante do setor nos últimos três anos, com média de 12 mil unidades.
A valorização de imóveis no Brasil foi uma das maiores do mundo, no ano passado e de acordo com uma pesquisa encomendada pela revista “Exame”, de junho de 2011, “o país registrou a terceira maior valorização de imóveis nos últimos 12 meses, 22%, perdendo apenas para China ( 30%) e Singapura ( 25%) – fontes: Global Property Guide e Ibope Inteligence”. Isso é um dado que só vem ratificar a antiga discussão sobre a segurança do investimento em imóveis.
Um imóvel é um patrimônio físico, está lá, ao alcance das mãos, é seu, ninguém lhe tira, o governo não pode congelá-lo como já fez com a poupança e contas bancárias, ele não sofre
oscilações drásticas como a bolsa de valores, é um bem tangível e seguro, que além de poder usufruí-lo, ainda valoriza.
O aquecimento da economia, com a abundante disponibilidade de crédito e os longos prazos de financiamentos, tornaram o investimento em imóveis, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e na Bahia a melhor alternativa em termos de rentabilidade no ano passado. Rentabilidade é o retorno esperado de um investimento descontando custos, tarifas e inflação.
Quem investe em imóvel tem ganho duplo, o primeiro e mais visível é a rentabilidade do aluguel, com os juros do mercado financeiro em queda, cada vez mais ela se torna atraente e praticamente sem risco.

A 7ª Convenção Brasil Brokers Brito&Amoedo e Brasil Brokers, aconteceu dia 10/01 no Hotel Fiesta com nossa equipe de vendas com 700 corretores, sorteio de prêmios e novo guia de imóveis. Planejamento de vendas para 2012 com muitos lançamentos.

Em 30 de outubro de 2007, o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo de Futebol. Quatro anos depois, o que se vê é quase nada em termos de planejamento, com as maiores ações concentradas nas reformas de alguns estádios de futebol e construção de outros. No nosso caso, a Bahia, tem somente como ação em andamento, e que deve estar concluída até 2014, o estádio, a chamada Nova Arena Fonte Nova. Mas será que a cidade vai apenas se beneficiar de uma arena multiuso?
As divergências entre a prefeitura e o estado, aliadas à falta de planejamento, afinal em quatro anos não fizemos nada, podem comprometer um legado de alto valor para a cidade, principalmente com relação à mobilidade urbana, recuperação de áreas carentes, implantação de equipamentos e, além disso, a oportunidade de Salvador ter sua imagem divulgada no exterior como local atrativo para investimento, dado a uma infraestrutura tecnológica, de lazer e turismo, que poderíamos construir. Seria uma perda para a cidade termos apenas um estágio de futebol como legado da Copa.
Instituições classistas, quer de patrões e de empregados, deveriam se manifestar sobre o assunto, que abrange a vida de todos nós que moramos em Salvador, hoje um local bastante castigado e que pouco atrativo oferece, quer seja para o turista, quer seja para os baianos. Não fosse o mercado imobiliário, que cria espaços organizados e de boa qualidade de vida, estaríamos em situação bastante difícil, embora haja quem coloque na expansão imobiliária a culpa por termos um sistema de transporte absoleto.
Em entrevista para o jornal O Globo (9/10/09), Manuel Herce Vallejo, urbanista espanhol que participou das transformações de Barcelona para Olimpíadas de 1992, disse que Barcelona se tornou, pela mídia internacional, uma das seis cidades mais interessantes para se investir. Para ele, o menor legado foi em relação às instalações esportivas, mas sim, dentre outras, a renovação da cidade, a recuperação da costa e da praia e a revitalização dos bairros. Os Jogos Olímpicos de Verão de 2012, oficialmente conhecidos como Jogos da XXX Olimpíada, serão realizados na cidade de Londres, de 27 de julho a 12 de agosto de 2012.
O professor da Universidade de East London Gavin Poynter, que acompanhou todo o projeto da candidatura da cidade para a Olímpiada de 2012, evidenciou aos organizadores da Copa 2014 no Brasil o que garantiu a escolha de Londres: “Apresentamos a visão de uma Olimpíada que não representaria apenas uma celebração do esporte, mas uma força de regeneração. Os Jogos irão transformar uma das mais pobres e carentes áreas de Londres. Serão criados milhares de empregos, erguidas milhares de moradias e oferecidas novas oportunidades de negócios”, destacou.
O planejamento dos ingleses, que estão com seu calendário de obras em dia e sua planilha de gastos sob controle, chegou ao esmero de construir um estádio com uma parte permanente e outra temporária para que, após os Jogos, o espaço originalmente destinado ao atletismo possa ser adaptado, sem custos, para o futebol – verdadeira demanda dos moradores locais, com rentabilidade garantida.